s
Crédito Canva
LIDERANÇA

Ecossistemas de força de trabalho ganham força

A noção de orquestração fornece uma analogia valiosa para líderes que trabalham em conjunto para coordenar colaboradores externos, presentes em número crescente nas organizações

A força de trabalho da Novartis inclui 110.000 funcionários e 50.000 contratados e trabalhadores temporários. A Cisco tem 83.000 funcionários em tempo integral e mais de 50.000 trabalhadores temporários de vários tipos. Ambas as empresas dependem substancialmente de um ecossistema de força de trabalho que inclui muitos tipos de colaboradores externos, incluindo dezenas de milhares de contratados individuais, para alcançar seus resultados de negócios. E não estão sozinhas.

A maioria das empresas, de todos os tamanhos, depende de colaboradores externos para construir e expandir seus negócios. Esses colaboradores podem incluir contratados de longo e curto prazo, empresas de serviços profissionais, trabalhadores temporários, colaboradores de crowdsourcing, desenvolvedores de aplicativos que complementam o produto ou serviço de uma empresa e até mesmo certas tecnologias.

À medida que aprofundam sua dependência de trabalhadores externos, muitos executivos lutam para determinar até que ponto devem integrar a gestão de funcionários e colaboradores externos e os sistemas e processos que usam ao contratar trabalhadores com diferentes contratos de trabalho. Novas pesquisas sugerem que adotar uma abordagem holística para gerenciar estrategicamente todos os colaboradores como um ecossistema da força de trabalho pode permitir o sucesso da empresa. "No ecossistema, diferentes atores trabalham em prol a objetivos individuais e coletivos com interdependências e complementaridades entre os participantes", explicam analistas da MIT Sloan Management Review e da Deloitte.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

A IA chegou aos conselhos antes da governança

Tendências

A IA chegou aos conselhos antes da governança

Estudo do IBGC mostra que a tecnologia já apoia análises e planejamento estratégico, mas só 20,7% dos membros de boards que a usam têm diretrizes éticas documentadas, e só 31% receberam treinamento específico

O retorno de 4 para 1 que as empresas deixam na mesa

Inteligência Artificial

O retorno de 4 para 1 que as empresas deixam na mesa

Estudo da Deloitte mostra que as empresas tocam várias transformações ao mesmo tempo, mas ainda tratam a gestão de mudança como custo de projeto. O preço aparece em esgotamento, saídas de talentos e valor perdido

O ponto cego dos CEOs na era da IA: a confiança que eles acham que têm

Inteligência Artificial

O ponto cego dos CEOs na era da IA: a confiança que eles acham que t�...

Estudo do BCG revela um abismo de 41 pontos na percepção de confiança. A falta de transparência sobre a IA já afeta o empenho das equipes, enquanto os líderes olham para outro lado

Todos usam IA, quase ninguém sabe liderar com ela, aponta Global Leadership Forecast 2027

Inteligência Artificial

Todos usam IA, quase ninguém sabe liderar com ela, aponta Global Lead...

Mais de 80% dos líderes relatam ganhos de produtividade com IA. Mas só 14% se sentem muito preparados para usar tecnologias emergentes com sucesso, e apenas 22% trabalham em empresas com uma política clara sobre o uso de IA

Gary Bolles: personificar a IA é uma questão de responsabilidade

Inteligência Artificial

Gary Bolles: personificar a IA é uma questão de responsabilidade

Chair de Futuro do Trabalho da Singularity University defende que a responsabilidade pelo uso da IA continue sendo humana. Para gerar valor com a tecnologia, diz ele, as empresas precisam redesenhar toda a cadeia de entrega, começando pela...

A maioria esquecida da revolução da IA

Inteligência Artificial

A maioria esquecida da revolução da IA

Cerca de 56% dos trabalhadores formam a "sala de máquinas" das empresas: o núcleo que faz a operação rodar, mas tem pouco acesso a IA, a capacitação e a boas perspectivas. Só 33% desse grupo confiam na alta gestão