Em um mercado em crise, os anúncios de demissões se tornaram frequentes. O infográfico do Visual Capitalist demonstra o tamanho dos cortes em empresas públicas dos EUA. A maior leva de dispensas ocorreu na Ford. A empresa demitiu cerca de oito mil funcionários sob a alegação de precisar financiar a transição da empresa para os veículos elétricos.
A Peloton é outra empresa que chamou a atenção com as demissões. Após ter realizado dois cortes, a companhia anunciou novos afastamentos. Cerca de 780 vagas deixarão de ser ocupadas, especialmente na área de entregas. Após um pico de vendas na pandemia, a empresa tem passado por dificuldades.
Entre as startups, mais de 71 mil funcionários foram demitidos globalmente desde o começo do ano. No Brasil, foram mais de 3 mil demissões. Os dados são do site Layoffs.fyi. Na última semana, dois unicórnios nacionais reduziram os times: MadeiraMadeira e Loggi. A primeira empresa desligou cerca de 60 colaboradores. Na segunda, foram cortados aproximadamente 500 funcionários.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Craig Flower, recém-nomeado COO da Zendesk, explica como a empresa saiu de 20% para 65% de auto-resolução no próprio atendimento — e o que isso significa para qualquer empresa que queira usar IA de verdade
Na conferência anual em Denver, a Zendesk apresentou soluções que integram agentes e copilotos em uma força autônoma que deixa para os humanos as decisões mais complexas
O discurso sobre a “morte do SaaS” está dando lugar a outra leitura: a redistribuição histórica de capital na economia de IA. Relatório do PitchBook projeta US$ 8 trilhões em rotação de gastos corporativos até 2030.
Pesquisa anual da Deloitte mostra gerações pressionadas pelo custo de vida que adiaram decisões importantes, adotaram IA mais rápido que suas empresas e redefinem liderança, propósito e saúde mental no trabalho
Pesquisa com mais de mil profissionais mostra que empresas continuam investindo em sustentabilidade, mas trocaram o discurso público pelo progresso silencioso
Relatório do Fórum Econômico Mundial revela que 1.920 unicórnios privados concentram valor que os mercados públicos não conseguem mais absorver
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
