Em uma economia descentralizada, as APIs (Application Programming Interfaces) são a ponte e a cola entre diferentes ecossistemas, serviços, produtos, empresas e consumidores. Elas são as facilitadoras da inovação e o caminho mais rápido para chegar da ideia ao produto, gerando valor para o negócio.
No Brasil, talvez o exemplo mais contundente da importância das APIs seja o cenário do mercado financeiro digital, que junta as fintechs com bancos e serviços financeiros tradicionais. O “3º volume da Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2022“, conduzida pela Deloitte em parceria com a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), mostra que, em 2021, foram abertas digitalmente 10,8 milhões de contas correntes, mais que o meio físico, que totalizou 9,9 milhões.
Sete em cada dez operações bancárias feitas foram realizadas pela internet e pelo celular, no ano passado no país. Apenas 3% das transações bancárias ocorreram em agências em 2021. Tinha API no meio? Certamente. Open Data, Open Finance, Open Innovation têm as APIs no centro das estratégias para viabilizar negócios digitais com agilidade, produtividade e flexibilidade. A pesquisa mostra que de dezembro de 2021 a abril de 2022, a quantidade de usuários pessoa física que deram consentimento para doação de dados cresceu 18%. Entre pessoas jurídicas a expansão foi de 60%.
Pense nos markeplaces que floresceram com a pandemia. E no PIX, que mostra como as APIs podem ser uma “força da natureza”: entre março de 2021 e março de 2022, o número de usuários que emitiram mais de 30 Pix por mês cresceu 809%, enquanto a base geral de usuários cadastrados cresceu 72%. Já a base de usuários que receberam mais de 30 Pix por mês avançou 464%, segundo a Febraban/Deloitte.
Nos últimos cinco anos, as APis transbordaram para todas as verticais com velocidade. Um dos motivos: a necessidade de captar e utilizar dados como motor dos negócios em uma economia data-driven. Em 2028, segundo pesquisa da Adroit Market Research, o mercado global de gestão de APIs vai chegar a US$ 21,7 bilhões.
Confira mais informações no Infográfico – As APIs no centro da estratégia (veja abaixo).
Enquanto IA, quântica e biotecnologia avançam, Stanford alerta para a erosão da ciência básica e do capital humano
Estudos do GPTW, da Gartner e da Harvard Business Review indicam que exigir performance sem recalibrar suporte, cultura e capacitação cobra um preço alto
Dados globais indicam que apenas 2 a 3 horas do dia são realmente produtivas, enquanto o “trabalho sobre trabalho” e a fragmentação da agenda corroem a eficiência
WIPO analisa 2.508 capacidades e mostra por que conectar ciência, tecnologia e mercado virou vantagem competitiva
Ao reduzir a porta de entrada hoje, empresas arriscam perder talentos, cultura e liderança no médio prazo
Dados da DDI revelam que o maior gargalo das transformações não está no plano, mas na forma como líderes engajam, escutam e reforçam comportamentos
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
