Entramos na era dos prompts de áudio, com foco na criação de experiências baseadas em voz que espelham a comunicação humana natural. Um salto evolutivo necessário para superar limitações ao desenvolvimento de formas mais intuitivas de interação humano-computador. Digitaremos menos para IA – o quente será falar!
Nos últimos meses, o cenário de Voice AI viu uma onda de avanços transformadoresem camadas de pesquisa, infraestrutura e aplicação. Houve muito progresso desde o surgimento da voz generativa, com empresas como a Eleven Labs redefinindo a tecnologia Text-To-Speech (TTS).
O lançamento do Gemini 1.5 pelo Google trouxe a pesquisa multimodal para o grupo, combinando voz, texto e entradas visuais para criar uma experiência de usuário mais rica. Pouco depois disso, o Voice Engine, da OpenAI, expandiu ainda mais os limites do reconhecimento de voz, gerando uma fala que imitava de perto a conversa natural.
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