Entramos na era dos prompts de áudio, com foco na criação de experiências baseadas em voz que espelham a comunicação humana natural. Um salto evolutivo necessário para superar limitações ao desenvolvimento de formas mais intuitivas de interação humano-computador. Digitaremos menos para IA – o quente será falar!
Nos últimos meses, o cenário de Voice AI viu uma onda de avanços transformadoresem camadas de pesquisa, infraestrutura e aplicação. Houve muito progresso desde o surgimento da voz generativa, com empresas como a Eleven Labs redefinindo a tecnologia Text-To-Speech (TTS).
O lançamento do Gemini 1.5 pelo Google trouxe a pesquisa multimodal para o grupo, combinando voz, texto e entradas visuais para criar uma experiência de usuário mais rica. Pouco depois disso, o Voice Engine, da OpenAI, expandiu ainda mais os limites do reconhecimento de voz, gerando uma fala que imitava de perto a conversa natural.
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Levantamento com 1.563 profissionais mostra que 62% das empresas brasileiras já detectaram tentativas de ataque, mas quatro em cada dez organizações da América Latina ainda não conseguem enxergar as próprias falhas de segurança
O discurso mudou em Las Vegas: o desafio agora é fazer agentes operarem em escala, com múltiplos modelos, dados sob controle e humanos responsáveis pelas decisões que importam.
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Políticas e comitês não bastam quando a autoridade pode expirar no tempo e se ampliar pelo caminho. As empresas terão de construir uma camada capaz de identificar, limitar, revalidar e revogar o poder de cada agente antes que a ação a...
Reguladores, coalizões, protocolos da IETF e produtos tentam evitar que a capacidade de um agente vire autoridade só porque ele encontrou um caminho técnico até a ação.
Quando agentes passam a agir sozinhos, é preciso decidir, no ponto de execução, se a ação ainda está dentro da autoridade que foi concedida.
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