Quando alguém fala de biologia sintética (synthetic biology, ou SynBio), três coisas são lembradas primeiro: manipulação genética (CRISPR etc.), vacinas mRNA e carne cultivada em laboratório. Segue-se a discussão dos riscos e da ética de manipular a estrutura básica de um ser vivo (DNA) ou modificar minúsculos atores biológicos (proteínas e microrganismos) para fazer coisas diferentes do que foram programados.
Tudo isso é verdade, e está na mesa nesse momento para discussão. Mas o universo da SynBio é infinitamente maior, porque tem todos os componentes para virtualmente modificar qualquer segmento da economia. "O espectro é absolutamente surpreendente — na mineração, nos processos químicos e em todo tipo de processo no qual se pode reduzir o consumo de água", diz François Candelon, partner do Boston Consulting Group e diretor global do Henderson Institute, o think tank do BCG.
Antes de avançar, uma explicação: A ideia fundamental por trás da biologia sintética é a de que qualquer sistema biológico é uma combinação de elementos funcionais individuais (peças). Esses elementos podem ser reprogramados e combinados em novas configurações para modificar as propriedades existentes ou criar novas, que vão desempenhar funções específicas e, em última instância, resolver problemas reais.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Dois grandes relatórios de 2026 — da McKinsey e do Talent Strategy Group — revelam uma função de RH tecnicamente em transição e humanamente fraturada: só 11% das empresas planejam talento no longo prazo, a adoção de IA patina em...
Dados de TalentLMS, Cornerstone, BCG e Deloitte revelam por que o desenvolvimento de skills precisa virar processo contínuo, e não projeto pontual
Na véspera da abertura da Copa do Mundo no Brasil, o Google reuniu executivos, parceiros e convidados em São Paulo para anunciar lançamentos que vão de IA aplicada ao futebol e à saúde até novos recursos do Gemini, do YouTube e da Bu...
Pesquisas com milhares de trabalhadores nos EUA e no Reino Unido revelam que 72,8% dos executivos C-level usam ferramentas de IA não autorizadas — e a maioria não pretende parar, mesmo sabendo dos riscos
De deepfakes de executivos a agentes de IA manipulados por instruções ocultas, os ataques de identidade digital evoluíram, mas os programas de defesa da maioria das organizações ainda operam no passado
Pesquisa global com quase 12 mil profissionais mostra que 74% dos trabalhadores já usam IA regularmente — mas a maioria das organizações ainda não sabe como converter esse uso em valor real
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
