Quando alguém fala de biologia sintética (synthetic biology, ou SynBio), três coisas são lembradas primeiro: manipulação genética (CRISPR etc.), vacinas mRNA e carne cultivada em laboratório. Segue-se a discussão dos riscos e da ética de manipular a estrutura básica de um ser vivo (DNA) ou modificar minúsculos atores biológicos (proteínas e microrganismos) para fazer coisas diferentes do que foram programados.
Tudo isso é verdade, e está na mesa nesse momento para discussão. Mas o universo da SynBio é infinitamente maior, porque tem todos os componentes para virtualmente modificar qualquer segmento da economia. "O espectro é absolutamente surpreendente — na mineração, nos processos químicos e em todo tipo de processo no qual se pode reduzir o consumo de água", diz François Candelon, partner do Boston Consulting Group e diretor global do Henderson Institute, o think tank do BCG.
Antes de avançar, uma explicação: A ideia fundamental por trás da biologia sintética é a de que qualquer sistema biológico é uma combinação de elementos funcionais individuais (peças). Esses elementos podem ser reprogramados e combinados em novas configurações para modificar as propriedades existentes ou criar novas, que vão desempenhar funções específicas e, em última instância, resolver problemas reais.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Estudo revela as cinco perguntas que dominam as reuniões de board em 2026 e mostra por que a escassez de talento, e não a tecnologia, é o que trava o retorno da IA
Relatório do WEF revela três tendências que unem as dez inovações do ano — tecnologias mais pessoais, mais distribuídas e capazes de fazer mais com menos
A primeira geração de baterias de carros elétricos chega ao fim da estrada e expõe uma disputa por lítio, níquel e cobalto — com a China dominando 85% da capacidade global
A região tem 2.653 startups mapeadas e uma base agrícola de classe mundial, mas captou só US$ 421 milhões em 2024 ou 11% do investimento dos mercados emergentes
Recorde de capital no 1º trimestre de 2026 supera todo o ano de 2023. Com adoção que rivaliza com economias ricas, a região aposta nos agentes de IA para acelerar décadas de produtividade
Depois de encolher 31%, o valor das startups voltou a crescer — mas a expansão se concentra nos EUA e na IA, enquanto a distância para os ecossistemas emergentes aumenta
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
