s
TENDÊNCIAS

Você tem projeto para a biologia sintética?

Aplicações de SynBio têm potencial para revolucionar áreas da indústria, medicina e agricultura nos próximos 10 anos

Por Silvia Bassi 13/04/2023

Quando alguém fala de biologia sintética (synthetic biology, ou SynBio), três coisas são lembradas primeiro: manipulação genética (CRISPR etc.), vacinas mRNA e carne cultivada em laboratório. Segue-se a discussão dos riscos e da ética de manipular a estrutura básica de um ser vivo (DNA) ou modificar minúsculos atores biológicos (proteínas e microrganismos) para fazer coisas diferentes do que foram programados.

Tudo isso é verdade, e está na mesa nesse momento para discussão. Mas o universo da SynBio é infinitamente maior, porque tem todos os componentes para virtualmente modificar qualquer segmento da economia. "O espectro é absolutamente surpreendente — na mineração, nos processos químicos e em todo tipo de processo no qual se pode reduzir o consumo de água", diz François Candelon, partner do Boston Consulting Group e diretor global do Henderson Institute, o think tank do BCG.

Antes de avançar, uma explicação: A ideia fundamental por trás da biologia sintética é a de que qualquer sistema biológico é uma combinação de elementos funcionais individuais (peças). Esses elementos podem ser reprogramados e combinados em novas configurações para modificar as propriedades existentes ou criar novas, que vão desempenhar funções específicas e, em última instância, resolver problemas reais.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

O retorno de 4 para 1 que as empresas deixam na mesa

Inteligência Artificial

O retorno de 4 para 1 que as empresas deixam na mesa

Estudo da Deloitte mostra que as empresas tocam várias transformações ao mesmo tempo, mas ainda tratam a gestão de mudança como custo de projeto. O preço aparece em esgotamento, saídas de talentos e valor perdido

O ponto cego dos CEOs na era da IA: a confiança que eles acham que têm

Inteligência Artificial

O ponto cego dos CEOs na era da IA: a confiança que eles acham que t�...

Estudo do BCG revela um abismo de 41 pontos na percepção de confiança. A falta de transparência sobre a IA já afeta o empenho das equipes, enquanto os líderes olham para outro lado

Gartner Strategic Trends 2027: a autonomia da IA precisa de limites

Tendências

Gartner Strategic Trends 2027: a autonomia da IA precisa de limites

Lista anunciada em 20 de outubro de 2026 também questiona a dependência dos grandes modelos de linguagem (LLMs) como ferramenta universal.

Tecnologia e longevidade: como viver mais e melhor na próxima década

Inteligência Artificial

Tecnologia e longevidade: como viver mais e melhor na próxima década

Relatório do Milken Institute com mais de 50 líderes mostra como IA, nova infraestrutura de cuidado, aprendizagem contínua e laços entre gerações vão definir a qualidade dos anos ganhos

Todos usam IA, quase ninguém sabe liderar com ela, aponta Global Leadership Forecast 2027

Inteligência Artificial

Todos usam IA, quase ninguém sabe liderar com ela, aponta Global Lead...

Mais de 80% dos líderes relatam ganhos de produtividade com IA. Mas só 14% se sentem muito preparados para usar tecnologias emergentes com sucesso, e apenas 22% trabalham em empresas com uma política clara sobre o uso de IA

Gary Bolles: personificar a IA é uma questão de responsabilidade

Inteligência Artificial

Gary Bolles: personificar a IA é uma questão de responsabilidade

Chair de Futuro do Trabalho da Singularity University defende que a responsabilidade pelo uso da IA continue sendo humana. Para gerar valor com a tecnologia, diz ele, as empresas precisam redesenhar toda a cadeia de entrega, começando pela...