Mais da metade dos CEOs colocam a construção de novos negócios como uma de suas principais prioridades. Como parte da estratégia de crescimento corporativo, o lançamento de iniciativas no modelo semelhante ao de startups preenche a lacuna que a velocidade e escala do P&D não comportam. Para acessar a inovação, ter um programa de “venture building” é um caminho. O outro é investir em “venture factory”.
No modelo “venture factory”, as organizações colocam de pé estruturas internas dedicadas à criação, incubação e escalabilidade de novos negócios. Empresas que dominam esse modelo são duas vezes mais propensas a obter sucesso e, em média, geram 12 vezes mais receita no quinto ano de operação de um novo negócio, se comparadas a empresas iniciantes. A grande maioria (90%) dos investidores defendem que as empresas aumentem ou, no mínimo, mantenham seus investimentos nessa frente, segundo um levantamento da McKinsey. Essas iniciativas devem responder por mais da metade do crescimento das empresas nos próximos anos.
O modelo de venture factory entrega velocidade, eficiência no uso de ativos corporativos, gestão de riscos via portfólio e potencial de crescimento exponencial. Em um cenário global em que as barreiras entre incumbentes e startups estão diminuindo, o diferencial está em quem consegue transformar inovação primeiro em processo e depois em valor.
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