Quase 60% dos profissionais planejam procurar emprego em 2025 – o que diz muito em um cenário de mudanças constantes e crescentes no mercado de trabalho. Segundo dados do LinkedIn, aproximadamente 40% das pessoas dizem que estão se candidatando a mais empregos do que nunca, mas recebendo menos respostas. Entre os fatores que contribuem para isso está a falta de match entre as habilidades que as organizações estão buscando e as capacidades dos candidatos.
Até 2030, 70% das habilidades utilizadas em empregos atuais serão diferentes. O relatório “Skills on the Rise” aponta que entre as competências mais valorizadas estão a Alfabetização em IA, Gestão de Conflitos, Adaptabilidade, Otimização de Processos e Pensamento Inovador. Uma leitura rápida do ranking de 15 habilidades mais demandadas globalmente aponta para uma preocupação grande com soft skills. Sem essa capacidade de se conectar com o outro e encontrar pontos em comum, o sentimento de isolamento cresce e pode despencar lá na frente em estatísticas de saúde mental.
Em um cenário de transformação contínua, habilidades humanas que complementam as capacidades tecnológicas serão decisivas para manter a competitividade e a relevância no mercado de trabalho.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Uma linha emergente de pesquisas começa a tratar "mental load" como recurso organizacional, com efeito direto sobre a qualidade das decisões.
Um estudo doa ISC2 com 856 profissionais mostra que a IA já corta tarefas de entrada em segurança digital, mas também amplia o tempo dedicado à validação humana, ao estresse no trabalho e à criação de novas funções na área
Relatórios da McKinsey e do BCG mostram que agentes de IA já decidem por clientes em tempo real e por que empresas precisam trocar jornadas fixas por decisões orquestradas em cada canal
Frameworks de Gartner, BCG, Deloitte e INSEAD mostram como destravar o alinhamento entre conselho e liderança executiva na hora de definir prioridades, riscos e velocidade de adoção da IA
Levantamento da KPMG com 1.013 líderes financeiros em 20 países mostra que governança e prontidão para auditoria, não o volume de investimento — separam quem lucra com IA de quem só experimenta
Pesquisa da JLL com mais de 2.200 executivos em 21 países revela que a lacuna de competências ultrapassou as restrições de orçamento como principal barreira à transformação por IA
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
