O e-commerce ganhou destaque com a pandemia e deve manter a relevância mesmo com a normalização das atividades presenciais. A pesquisa “Consumo Online no Brasil”, realizada pela Edelman sob encomenda do PayPal, aponta que 1 em cada 4 brasileiros pretende continuar comprando online diariamente após a pandemia. A expectativa é que o consumidor mantenha um perfil híbrido, realizando compras em canais diferentes a depender da experiência e da conveniência. Entender o cliente a fundo para saber atendê-lo em qualquer canal é essencial.
“As compras online trazem os benefícios de tempo e facilidade. O offline vai trazer uma experiência complementar, como a possibilidade de sair para jantar com os amigos. Acredito que o comportamento será híbrido. Por exemplo, as pessoas não vão deixar de pedir a comida em casa porque também curtem isso. O que pode ocorrer é pedir comida em casa com uma frequência um pouco menor para ir ao restaurante algumas vezes”, explica Tais Pinheiro, diretora de planejamento e criação da Edelman.
O Head Geral de Negócios do PayPal Brasil, Felipe Facchini, complementa que as compras online estão se tornando onipresentes na vida dos consumidores, o que também indica a construção de uma sociedade híbrida. Nesse contexto, os investimentos em estratégias Phygital e omnichannel são primordiais – o consumidor deve ser visto como um só, independentemente do canal de compra escolhido.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Dois grandes relatórios de 2026 — da McKinsey e do Talent Strategy Group — revelam uma função de RH tecnicamente em transição e humanamente fraturada: só 11% das empresas planejam talento no longo prazo, a adoção de IA patina em...
Dados de TalentLMS, Cornerstone, BCG e Deloitte revelam por que o desenvolvimento de skills precisa virar processo contínuo, e não projeto pontual
Na véspera da abertura da Copa do Mundo no Brasil, o Google reuniu executivos, parceiros e convidados em São Paulo para anunciar lançamentos que vão de IA aplicada ao futebol e à saúde até novos recursos do Gemini, do YouTube e da Bu...
Pesquisas com milhares de trabalhadores nos EUA e no Reino Unido revelam que 72,8% dos executivos C-level usam ferramentas de IA não autorizadas — e a maioria não pretende parar, mesmo sabendo dos riscos
De deepfakes de executivos a agentes de IA manipulados por instruções ocultas, os ataques de identidade digital evoluíram, mas os programas de defesa da maioria das organizações ainda operam no passado
Pesquisa global com quase 12 mil profissionais mostra que 74% dos trabalhadores já usam IA regularmente — mas a maioria das organizações ainda não sabe como converter esse uso em valor real
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
