Você sabia que a produção de um computador de 2 kg requer aproximadamente 800 kg de matérias-primas? Que a demanda por minerais essenciais, como grafite, lítio e cobalto pode aumentar em 500% até 2050? Que os países desenvolvidos geram 25 kg de lixo digital por pessoa, em comparação com menos de 1 kg nos países em desenvolvimento e apenas 0,21 kg nos países pobres? E que a energia necessária para a mineração de bitcoins atingiu 121 terawatts no ano passado, mais do que a quantidade consumida pela maioria dos países pequenos?
Essas são algumas das constatações de um novo relatório sobre a economia digital da UNCTAD, que insiste que o impacto ambiental negativo do próspero setor de Tecnologia da Informação e das Comunicações (TIC) deve ser levado mais a sério — e desacelerado.
As principais preocupações incluem o esgotamento de matérias-primas finitas para tecnologias digitais e de baixo carbono, o aumento do consumo de água e energia e a crescente questão dos resíduos relacionados à digitalização. À medida que a digitalização avança em um ritmo sem precedentes, a compreensão de seu vínculo com a sustentabilidade ambiental torna-se cada vez mais essencial.
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