Ainda que 65% dos países tenham avançado em sua jornada de transição energética (ETI) em 2025, apenas 28% fizeram isso de forma equilibrada, olhando para os pilares de segurança, equidade e sustentabilidade. Existe hoje uma pressão social e econômica por sistemas energéticos mais acessíveis, limpos e resilientes. Contamos com Inteligência Artificial (IA), digitalização das redes e armazenamento avançado, mas enfrentamos a fragmentação geopolítica, com guerras, conflitos comerciais e nacionalismo de recursos. O que leva à pergunta: em que ponto da transição energética estamos?
Em 2024, o crescimento da demanda energética global foi de 2,2%, o ritmo mais acelerado em anos, como aponta o relatório “Fostering Effective Energy Transition 2025”, do Fórum Econômico Mundial (WEF). As emissões de dióxido de carbono relacionadas à energia atingiram um recorde histórico de 37,8 bilhões de toneladas, alta de 0,8% frente a 2023. O aumento foi puxado, em parte, pela eletrificação da economia, incluindo a expansão acelerada de data centers e processamento de IA, que sozinhos devem responder por 10% do crescimento da demanda de eletricidade até 2030.
Mais do que uma transição linear, trata-se de uma reconfiguração completa dos sistemas energéticos, impulsionada por quatro grandes forças:
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
O Brasil lidera as preferências: mais de 70% dos investidores globais o apontam como o destino mais atraente da América Latina
A região lidera na esperança, mas o estresse ainda pesa. Para as lideranças empresariais, os dados revelam tanto oportunidades quanto alertas que exigem ação imediata
Relatório da Gallup com 128 mil trabalhadores mostra que o verdadeiro gargalo da transformação digital está na liderança, não nos algoritmos
A cibersegurança deixou de ser apenas uma questão técnica. Entenda como conselhos de administração precisam evoluir para governar riscos digitais na era da IA
Depois do boom de investimentos da década passada, o mercado entra em um momento mais seletivo. Fundos priorizam eficiência, governança e modelos sustentáveis de crescimento
Relatórios do BCG, MIT e Brookings mostram que a IA não deve eliminar empregos em massa e sim transformar profundamente como trabalhamos e evoluímos na carreira
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
