s
Crédito: Noah Windler/Unsplash
MERCADO

Sobreviver e prosperar é o desafio das empresas

A pandemia da Covid-19 trouxe incertezas e desafios associados às mudanças no comportamento dos clientes, que passaram a consumir mais em plataformas digitais

Para algumas organizações, a sobrevivência a curto prazo é o único item da agenda imediata. E renegociação, a única forma de lidar com a retração econômica. Outras estão atravessando esses momentos de incerteza pensando em como se posicionar depois que a crise passar e as coisas melhorarem. Embora seja muito cedo para saber como tudo evoluirá, será preciso considerar várias tendências que podem moldar os negócios pós-pandemia.

Há a possibilidade de que as decisões tomadas durante a crise levem a menos prosperidade, crescimento mais lento, desigualdade crescente, burocracias governamentais inchadas e fronteiras rígidas. Mas também há a chance de que levem a uma explosão de inovação e produtividade, indústrias mais resilientes, governos mais inteligentes em todos os níveis, e o surgimento de um mundo reconectado. O mais provável é que a recuperação venha de uma mistura desses dois cenários.

Tudo dependerá de quão rápido o mundo encontrará o tratamento (opção mais provável) ou a cura para a Covid-19. A única certeza, nesse momento, é a de que os desafios associados às mudanças nos comportamentos dos clientes e nos modelos de negócios serão maiores do que estamos a acostumados a lidar.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

Pessoas antes de trimestres: o que a SAS sabe sobre cultura que o mercado ainda está aprendendo

Entrevista

Pessoas antes de trimestres: o que a SAS sabe sobre cultura que o merc...

Com 28 anos de empresa e quase uma década como CHRO, Jenn Mann revela o que mantém a SAS privada, sólida e admirada num setor que muda a cada ciclo.

Work Trend Index 2026: cultura corporativa vale mais que talento individual na era dos agentes de IA

Inteligência Artificial

Work Trend Index 2026: cultura corporativa vale mais que talento indiv...

Com dados de 20.000 profissionais em 10 países, o novo relatório da Microsoft revela que fatores organizacionais explicam o dobro do impacto da IA em relação ao esforço pessoal

Do digital para a inteligência: o que o VP da SAS diz sobre o futuro do Marketing orientado por dados

Entrevista

Do digital para a inteligência: o que o VP da SAS diz sobre o futuro...

Na SAS Innovate 2026, Mike Blanchard detalhou como a camada de decisão inteligente vai redefinir o engajamento com clientes — e por que empresas que ainda medem volume estão ficando para trás

Como empresas líderes transformam habilidades em resultado de negócio

Tendências

Como empresas líderes transformam habilidades em resultado de negóci...

Pesquisa da Deloitte com 87 organizações mostra que não existe modelo universal de talentos — mas existe uma sequência que funciona

“Deixa rolar”: o método de Mel Robbins para líderes sobreviverem à era da IA sem enlouquecer a equipe

Carreira

“Deixa rolar”: o método de Mel Robbins para líderes sobreviverem...

Na SAS Innovate 2026, a autora mostrou como a Teoria do "Deixa Para Lá" pode transformar a maneira como líderes lidam com estresse, resistência à mudança e a pressão de uma aceleração tecnológica que só vai aumentar

Quando a IA já compra por você, para que serve uma loja?

Tendências

Quando a IA já compra por você, para que serve uma loja?

Com 68% dos consumidores usando IA nas compras, o relatório da McKinsey e do ICSC revela o novo imperativo do varejo físico: ou a loja tem uma missão clara ou ela não tem razão de existir