Quando Kasley Killam afirma que a saúde social será uma das grandes preocupações nos próximos dez anos e que as empresas que olharem para essa questão estarão em vantagem, ela não fala apenas por inspiração. Os números estão aí para comprovar: colaboradores que são conectados por laços sociais são 20% mais colaborativos, 32% mais inovadores e 24% mais resilientes. E a probabilidade de entregarem um trabalho com mais qualidade cresce 7 vezes. Não é pouco.
“Conexão gera desempenho”, disse Kasley Killam durante sua masterclass no Cubo Conecta 2025, em São Paulo. Além de apresentar dados que apoiam a necessidade de olhar para a saúde social como um dos pilares da saúde, ela usou como exemplo pessoas do universo do Cubo para mostrar que é possível equilibrar conexão com trabalho, mesmo em um ambiente de startups. “Colaboradores conectados são mais produtivos, criativos e engajados”, lembrou.
Existe uma ciência por trás das conexões humanas, que Kasley explora no livro “Saúde Social: A Arte e a Ciência da Conexão Humana”, que está sendo lançado no Brasil pela Amarilys Editora. Ela se manifesta através de um simples abraço, que serve praticamente de escudo para a saúde das pessoas, assim como afasta da “epidemia da solidão” que arrasta gente de todas as gerações. “Conexão não é apenas algo que melhora nosso humor. Ela literalmente altera a forma como nosso corpo funciona”, defende.
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