Estamos diante de um paradoxo. No exato momento em que o aprendizado é visto como uma parte crucial da estratégia de negócios de muitas empresas, aqueles encarregados de cumprir uma agenda de aprendizado descrevem batalhas difíceis e significativas.
Diante deste cenário, a estratégia de aprendizado mais óbvia é focar na requalificação dos funcionários atuais, em vez de recrutar novos. O desafio, como muitos executivos compartilham, é que isso é terrivelmente difícil, especialmente em escala. Então, o que fazer?
O primeiro passo é abordar os gastos com aprendizado e desenvolvimento como investimento. O segundo, priorizar estrategicamente as competências a serem desenvolvidas. Por fim, construir uma cultura de aprendizado.
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