O investimento em IA se aproximará de US$ 200 bilhões globalmente até 2025, estima a Goldman Sachs. E a IA Generativa terá grande participação nisso. Para compreender melhor, vale dar uma boa olhada no novo relatório do Capgemini Research Institute, sobre potencial transformador da tecnologia especificamente da perspectiva das organizações.
Naturalmente, a variedade de casos de uso atrai muito as organizações, que veem potencial para acelerar o crescimento, aprimorar as operações e abrir novas oportunidades. Chatbots emergem como a aplicação mais relevante, com 83% das organizações citando-o. É relevante tanto para o atendimento ao cliente, como também para permitir melhor gestão do conhecimento interno. Setenta e cinco por cento dos executivos dizem que os aplicativos de dados podem ser usados de forma eficaz em suas organizações, e 71% acreditam que isso seja verdade para plataformas de geração de texto.
Já entre os fornecedores de tecnologia, espera-se que o investimento em IA se concentre em quatro segmentos de negócios: empresas que treinam e desenvolvem modelos de IA, aquelas que fornecem a infraestrutura (por exemplo, data centers) para executar aplicativos de IA, as que desenvolvem software para executar aplicativos habilitados para IA e usuários corporativos que pagam por esses serviços de software e infraestrutura em nuvem.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Pesquisa do MIT SMR e do BCG responde: não! Painel com 31 especialistas globais indica que a supervisão humana em IA exige mais do que verificar outputs: exige julgamento em todo o ciclo de vida dos sistemas.
Em menos de um ano, a taxa de sucesso em testes de autorreplicação saltou de 6% para 81%. O tempo médio de detecção nas empresas ainda é de 10 dias.
Uma onda de organizações que demitiu em nome da IA está refazendo o caminho, só que agora com custos 27% maiores, equipes que perderam a confiança na liderança e o conhecimento institucional que foi embora junto com os funcionários
Mais da metade dos CEOs ouvidos pelo BCG diz que seus conselhos confundem narrativa midiática com realidade operacional da IA; 60% acreditam que estão sendo pressionados a agir rápido demais
A empresa, que investe em educação de colaboradores e clientes sobre IA, se apoia em uma cultura construída ao longo de cinco décadas para se tornar diferencial num mercado em consolidação.
Mas a maioria das empresas ainda não sabe o que fazer com ele. Sua ascensão expõe um paradoxo: a posição cresce três vezes mais rápido que a capacidade de usá-la para transformar o negócio de fato
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
