s
Foto: Shutterstock
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Previsões para o futuro da Inteligência Corporativa

Saiba o que será preciso para estar bem posicionado e, de quebra, melhorar a resiliência digital, a agilidade e a inovação

Uma estratégia digital-first não é nada sem dados. E dados não têm sentido se não forem trabalhados de forma inteligente. É impossível ter um negócio digital forte e próspero sem IA. Não por acaso, o professor Scott Galloway já a aponte como a tecnologia de 2023. Aquela que, na sua opinião, será transformadora e não apenas lucrativa, graças à sua utilidade.

A IDC chama essa capacidade das empresas de examinar seus dados, obter insights a partir deles e usar esses insights em suas decisões e ações de Enterprise Intelligence (EI ou Inteligência Corporativa), materializada nesse gráfico. Ele destaca quatro capacidades que toda empresa precisa ter desde já: síntese de informações, entrega de insights, aprendizado coletivo e cultura de dados.

“Se a sua empresa, como organização, conseguir melhorar esses quatro recursos, automaticamente conseguirá melhorar sua Enterprise Intelligence e isso gerará resultados de negócios”, explica Chandana Gopal, diretora de pesquisa da IDC. "Por exemplo, se você tem uma organização que possui uma ótima síntese de informações, mas não fornece esses insights aos tomadores de decisão ou aos funcionários, eles realmente não estão obtendo o benefício de ter uma grande capacidade de síntese de informações."

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

Por que a agenda do CEO em 2026 começa antes da Inteligência Artificial

Tendências

Por que a agenda do CEO em 2026 começa antes da Inteligência Artific...

Infraestrutura, processos e pessoas se tornam o verdadeiro teste de maturidade para escalar IA com impacto real nos negócios

Engenharia e P&D sob pressão: custos sobem, decisões atrasam

Inteligência Artificial

Engenharia e P&D sob pressão: custos sobem, decisões atrasam

Relatório global da Capgemini mostra por que tecnologia não é mais o gargalo — e como a lentidão organizacional ameaça a competitividade.

Empresas que priorizam mulheres avançam mais rápido — e o risco agora é andar para trás

Tendências

Empresas que priorizam mulheres avançam mais rápido — e o risco ag...

Dados do Women in the Workplace 2025 mostram que organizações com mais mulheres na liderança performam melhor, mas alertam para um possível retrocesso no avanço feminino

Se 2025 foi o ano do caos, 2026 será o ano do teste definitivo da governança

Segurança

Se 2025 foi o ano do caos, 2026 será o ano do teste definitivo da gov...

O ano em que ataques hackers, fraudes bilionárias, falhas de governança, bebidas adulteradas e deepfakes expuseram os limites das estruturas de segurança no Brasil e no mundo

Por Fernando Fleider
A IA já funciona. Mas tem um problema estrutural

Inteligência Artificial

A IA já funciona. Mas tem um problema estrutural

A tecnologia amadureceu. Porém, organizações, processos e governança não acompanharam a velocidade da IA em escala.

Treinar para reter: por que aprendizado virou fator decisivo para manter talentos em 2026

Tendências

Treinar para reter: por que aprendizado virou fator decisivo para mant...

Dados mostram que treinamento e desenvolvimento pesam cada vez mais na decisão de ficar ou sair de uma empresa — e que o maior gargalo não é orçamento, mas tempo para aprender