No final de junho, durante a conferência anual Config, da Figma, o CEO do Airbnb, Brian Chesky, declarou que a estratégia da companhia para navegar por tempos incertos envolvia, entre outras coisas, a mudança da função de Product Manager (PM) e a elevação dos designers ao mesmo status de PMs. Imediatamente o mundo dos PMs entrou em combustão, e as redes sociais lotaram de especialistas teorizando sobre a decisão e proclamando que era hora de procurar outro emprego.
A declaração foi feita em uma conversa com Dylan Field, CEO e co-founder da Figma, em um painel chamado “Leading Through Uncertainty: A Design-led Company” (que você pode ver completo aqui). Antes de entrar na questão, relevante para o título deste artigo, e para fazer justiça a Brian Chesky, é bom dizer que ele não “matou” os PMs do Airbnb.
O que Chesky literalmente disse foi: “Nos livramos da clássica função de gerenciamento de produtos. A Apple também não tinha. Combinamos gerenciamento de produtos com marketing de produtos e dissemos 'você não pode desenvolver produtos a menos que saiba como falar sobre os produtos'. Reduzimos a equipe, elevamos o design'.”
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
A psicóloga de Harvard defende que líderes precisam aprender a enxergar melhor no escuro — e que a falsa positividade corporativa tem outro nome: negação
Dois estudos mapeiam os tipos de conselheiros que comprometem a governança corporativa e propõem, cada um a partir de sua perspectiva, formas práticas de lidar com eles
Pesquisa com mais de mil profissionais mostra que empresas continuam investindo em sustentabilidade, mas trocaram o discurso público pelo progresso silencioso
Uma onda de organizações que demitiu em nome da IA está refazendo o caminho, só que agora com custos 27% maiores, equipes que perderam a confiança na liderança e o conhecimento institucional que foi embora junto com os funcionários
Mais da metade dos CEOs ouvidos pelo BCG diz que seus conselhos confundem narrativa midiática com realidade operacional da IA; 60% acreditam que estão sendo pressionados a agir rápido demais
Com 28 anos de empresa e quase uma década como CHRO, Jenn Mann revela o que mantém a SAS privada, sólida e admirada num setor que muda a cada ciclo.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
