s
GESTÃO

Para onde vai o Product Manager?

A estratégia do Airbnb sobre gestão de produto, design e marketing de produto gerou polêmica e reflexões sobre a importância do foco na estratégia e no consumidor em tempos incertos

Por Silvia Bassi 25/07/2023

No final de junho, durante a conferência anual Config, da Figma, o CEO do Airbnb, Brian Chesky, declarou que a estratégia da companhia para navegar por tempos incertos envolvia, entre outras coisas, a mudança da função de Product Manager (PM) e a elevação dos designers ao mesmo status de PMs. Imediatamente o mundo dos PMs entrou em combustão, e as redes sociais lotaram de especialistas teorizando sobre a decisão e proclamando que era hora de procurar outro emprego.

A declaração foi feita em uma conversa com Dylan Field, CEO e co-founder da Figma, em um painel chamado “Leading Through Uncertainty: A Design-led Company” (que você pode ver completo aqui). Antes de entrar na questão, relevante para o título deste artigo, e para fazer justiça a Brian Chesky, é bom dizer que ele não “matou” os PMs do Airbnb.

O que Chesky literalmente disse foi: “Nos livramos da clássica função de gerenciamento de produtos. A Apple também não tinha. Combinamos gerenciamento de produtos com marketing de produtos e dissemos 'você não pode desenvolver produtos a menos que saiba como falar sobre os produtos'. Reduzimos a equipe, elevamos o design'.”

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

Habilidades do futuro: trabalhador brasileiro pesquisa IA, mas estuda idiomas

Tendências

Habilidades do futuro: trabalhador brasileiro pesquisa IA, mas estuda...

Relatório da Unico Skill mostra que as matrículas em idiomas cresceram 87,9% em um semestre. Gary Bolles, da Singularity University, explica por que a tradução automática não substitui aprender uma língua

A IA chegou aos conselhos antes da governança

Tendências

A IA chegou aos conselhos antes da governança

Estudo do IBGC mostra que a tecnologia já apoia análises e planejamento estratégico, mas só 20,7% dos membros de boards que a usam têm diretrizes éticas documentadas, e só 31% receberam treinamento específico

O retorno de 4 para 1 que as empresas deixam na mesa

Inteligência Artificial

O retorno de 4 para 1 que as empresas deixam na mesa

Estudo da Deloitte mostra que as empresas tocam várias transformações ao mesmo tempo, mas ainda tratam a gestão de mudança como custo de projeto. O preço aparece em esgotamento, saídas de talentos e valor perdido

O ponto cego dos CEOs na era da IA: a confiança que eles acham que têm

Inteligência Artificial

O ponto cego dos CEOs na era da IA: a confiança que eles acham que t�...

Estudo do BCG revela um abismo de 41 pontos na percepção de confiança. A falta de transparência sobre a IA já afeta o empenho das equipes, enquanto os líderes olham para outro lado

Gary Bolles: personificar a IA é uma questão de responsabilidade

Inteligência Artificial

Gary Bolles: personificar a IA é uma questão de responsabilidade

Chair de Futuro do Trabalho da Singularity University defende que a responsabilidade pelo uso da IA continue sendo humana. Para gerar valor com a tecnologia, diz ele, as empresas precisam redesenhar toda a cadeia de entrega, começando pela...

A maioria esquecida da revolução da IA

Inteligência Artificial

A maioria esquecida da revolução da IA

Cerca de 56% dos trabalhadores formam a "sala de máquinas" das empresas: o núcleo que faz a operação rodar, mas tem pouco acesso a IA, a capacitação e a boas perspectivas. Só 33% desse grupo confiam na alta gestão