O futuro da IA já começou. O desenvolvimento da AGI (Inteligência Geral Artificial) recebeu investimentos substanciais em 2024, ainda que não exista uma definição científica universal de AGI (Fei-Fei Li que o diga!), nem haja consenso de que seja possível criá-la.
A AGI tem sido o Santo Graal da Inteligência Artificial desde que meados do século XX. Está dobrando a esquina desde os anos 50. Agora, os que acreditam que a "AGI está próxima" acham que esse marco será alcançado provavelmente nos próximos dois a cinco anos. E, a partir daí, progrediremos rapidamente para a superinteligência artificial (ASI).
Os principais pesquisadores continuam a debater as abordagens mais promissoras. E as lideranças corporativas, também. Por exemplo, o CEO da OpenAI, Sam Altman, acredita que estamos no limiar da Era da Inteligência, na qual haverá possivelmente uma superinteligência com recursos sem precedentes. Tim Rocktäschel, pesquisador de IA na DeepMind, fala em Open-Ended AI como chave para essa superinteligência.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
O lançamento dos interaction models pela Thinking Machines redefine a fronteira entre homem e máquina. Mas cuidado: a tecnologia que resolve o gargalo técnico pode ser a mesma que atrofia as habilidades sociais do seu time.
Pesquisa do MIT SMR e do BCG responde: não! Painel com 31 especialistas globais indica que a supervisão humana em IA exige mais do que verificar outputs: exige julgamento em todo o ciclo de vida dos sistemas.
Em menos de um ano, a taxa de sucesso em testes de autorreplicação saltou de 6% para 81%. O tempo médio de detecção nas empresas ainda é de 10 dias.
Uma onda de organizações que demitiu em nome da IA está refazendo o caminho, só que agora com custos 27% maiores, equipes que perderam a confiança na liderança e o conhecimento institucional que foi embora junto com os funcionários
Mais da metade dos CEOs ouvidos pelo BCG diz que seus conselhos confundem narrativa midiática com realidade operacional da IA; 60% acreditam que estão sendo pressionados a agir rápido demais
A empresa, que investe em educação de colaboradores e clientes sobre IA, se apoia em uma cultura construída ao longo de cinco décadas para se tornar diferencial num mercado em consolidação.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
