Uma disrupção contínua e acelerada no mundo da mídia e entretenimento digital (M&E) requer atenção de marcas e empresas. As gerações mais jovens - Millennials, "Zs" e Alphas - declaram-se muito mais propensas do que as gerações anteriores a ter filmes, músicas, marcas e games favoritos influenciando o modo como veem a si mesmas, segundo a edição de 2024 da pesquisa "Digital Media Trends", da Deloitte.
Os chamados superfãs– consumidores que dedicam tanto tempo e energia para celebridades, games, esportes e personagens fictícios, que se tornam parte de sua identidade – já representam 10% dos consumidores, segundo a pesquisa. Focar no fandom – grupos de fãs segmentados e hiper engajados – pode ser valioso para marcas, empresas e até países.
Jana Arbanas, vice-presidente e líder nos EUA do setor de telecomunicações, mídia e entretenimento da Deloitte, escreve que essas novas gerações de consumidores estão empenhadas em “alinhar sua identidade com suas paixões”. As empresas têm a oportunidade de "reexaminar suas estratégias de monetização e extensão de propriedade intelectual (PI)" e achar novos caminhos ricos de receita para além do consumo de massa.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Leitura cruzada de dois estudos recentes da Microsoft e da PwC mostra que IA, ecossistemas de fornecedores e resiliência dominam a agenda de segurança cibernética
Somente 38% dos VCs com ao menos um investimento acertaram alguma vez. Os 5% do topo concentram 90% de um lucro líquido estimado em US$ 1,2 trilhão
O Global Innovation Index 2026, da WIPO, mostra que o Brasil inova acima do esperado para sua renda e tem a base científica mais profunda da região
Cerca de 56% dos trabalhadores formam a "sala de máquinas" das empresas: o núcleo que faz a operação rodar, mas tem pouco acesso a IA, a capacitação e a boas perspectivas. Só 33% desse grupo confiam na alta gestão
Três estudos sobre o futuro chegam a um diagnóstico parecido: a IA virou infraestrutura, mas esbarra em limites de energia, recursos, demografia e confiança
A China puxa a instalação recorde de robôs industriais, enquanto investidores apostam em robôs de uso geral e num "momento GPT-3" da IA Física em cerca de um ano
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
