Uma disrupção contínua e acelerada no mundo da mídia e entretenimento digital (M&E) requer atenção de marcas e empresas. As gerações mais jovens - Millennials, "Zs" e Alphas - declaram-se muito mais propensas do que as gerações anteriores a ter filmes, músicas, marcas e games favoritos influenciando o modo como veem a si mesmas, segundo a edição de 2024 da pesquisa "Digital Media Trends", da Deloitte.
Os chamados superfãs– consumidores que dedicam tanto tempo e energia para celebridades, games, esportes e personagens fictícios, que se tornam parte de sua identidade – já representam 10% dos consumidores, segundo a pesquisa. Focar no fandom – grupos de fãs segmentados e hiper engajados – pode ser valioso para marcas, empresas e até países.
Jana Arbanas, vice-presidente e líder nos EUA do setor de telecomunicações, mídia e entretenimento da Deloitte, escreve que essas novas gerações de consumidores estão empenhadas em “alinhar sua identidade com suas paixões”. As empresas têm a oportunidade de "reexaminar suas estratégias de monetização e extensão de propriedade intelectual (PI)" e achar novos caminhos ricos de receita para além do consumo de massa.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Empresa aposta em programas de capacitação, pesquisas de engajamento e equipes intergeracionais para preparar profissionais para um mundo de trabalho em rápida mudança, como conta a CPO Rebecca Addams
Pesquisas mostram que os profissionais se sentem pouco seguros no emprego, enquanto empresas dizem que novos profissionais não chegam preparados para o trabalho
Estudos globais mostram que a Inteligência Artificial está redefinindo o papel do RH. Para responder a esse cenário, líderes de recursos humanos precisam conectar estratégia, tecnologia e habilidades para criar valor para o negócio
Estudos de segurança revelam como ransomware, roubo de dados e ataques à cadeia de software estão profissionalizando o ecossistema global de cibercrime
Ferramentas de inteligência artificial estão mudando a forma como startups testam hipóteses, constroem produtos e chegam ao mercado
Apenas uma pequena parcela das organizações conseguiu redesenhar trabalho, liderança e gestão de talentos para capturar o potencial real da Inteligência Artificial
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
