s
Grandes empresas estão chamando seus funcionários de volta ao escritório, mas será que os espaços físicos estão prontos para essa nova realidade? Descubra como tecnologia, flexibilidade e propósito estão moldando o ambiente de trabalho do futuro (Crédito: Freepik)
INOVAÇÃO

O Futuro do Escritório: Por que o retorno ao presencial exige uma nova abordagem

O modelo presencial está voltando, mas com ele vem o desafio de tornar o escritório um espaço relevante e atrativo. Veja como design, tecnologia e flexibilidade podem transformar o local de trabalho

Vamos voltar ao escritório. Foi com esse mandato que as organizações convocaram profissionais de volta ao espaço físico em 2024. Grandes empresas – como Dell, JPMorgan e Amazon – emitiram ordens para o retorno ao escritório. Mas ainda que muitas empresas tenham aderido ao retorno ao escritório (Return to Office ou RTO), para que esse movimento aconteça com sucesso, é preciso entender que o escritório como era pensado precisa mudar.

“Não importa onde você pede para alguém estar. O que importa é o que você faz com ela quando está lá”, diz Bryan Hancock, especialista em talentos e sócio da McKinsey. Em uma pesquisa realizada em 2024 e que ainda será publicada, 68% das pessoas ouvidas estavam trabalhando presencialmente mais de quatro dias por semana. O restante trabalhava no modelo híbrido ou principalmente remoto.

Em todos os setores, a tendência de volta ao presencial é um fato. A pesquisa da McKinsey aponta que no setor de consumo e varejo, 87% das pessoas estavam de volta ao modelo presencial. Nos sistemas e serviços de saúde, 73%. E nos setores avançados como manufatura, aeroespacial e defesa, montadoras, também 73%. A questão, segundo Hancock, é que as lideranças devem entender o que faz os funcionários se sentirem satisfeitos. E flexibilidade aparece no topo da lista. O que significa que, ainda que o modelo seja presencial, se houver flexibilidade, é possível ter equipes engajadas.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

Por que a IA ainda não gera inovação nas empresas e como a experimentação estruturada muda esse jogo

Inovação

Por que a IA ainda não gera inovação nas empresas e como a experime...

Estudo global da Mastercard e Forrester mostra que, sem experimentação estruturada, a IA amplia riscos, trava decisões e não se traduz em vantagem competitiva

Quatro futuros possíveis para o trabalho na era da IA até 2030

Tendências

Quatro futuros possíveis para o trabalho na era da IA até 2030

Estudo do Fórum Econômico Mundial mostra como a combinação entre avanço da IA e preparo da força de trabalho pode levar à prosperidade ou à frustração econômica

IA, experiência e consumo em mutação: as apostas da NRF para o varejo em 2026

Tendências

IA, experiência e consumo em mutação: as apostas da NRF para o vare...

Da IA como infraestrutura ao impacto de novos hábitos de consumo, a NRF mostra por que 2026 será o ano do reset estratégico no varejo global

O novo valor do consumo em 2026: IA, equidade e pequenos prazeres redefinem a compra

Tendências

O novo valor do consumo em 2026: IA, equidade e pequenos prazeres rede...

Estudo da Capgemini mostra por que preço já não basta, como a IA virou consultora de compras e por que transparência e emoção passaram a guiar a fidelidade do consumidor

Por que a agenda do CEO em 2026 começa antes da Inteligência Artificial

Tendências

Por que a agenda do CEO em 2026 começa antes da Inteligência Artific...

Infraestrutura, processos e pessoas se tornam o verdadeiro teste de maturidade para escalar IA com impacto real nos negócios

Engenharia e P&D sob pressão: custos sobem, decisões atrasam

Inteligência Artificial

Engenharia e P&D sob pressão: custos sobem, decisões atrasam

Relatório global da Capgemini mostra por que tecnologia não é mais o gargalo — e como a lentidão organizacional ameaça a competitividade.