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Os cryptopunks são pequenos avatares gerados na blockchain da Ethereum. Foram criadas apenas 10 mil figurinhas e uma diferente da outra Crédito: Reprodução/Slam

INOVAÇÃO

NFT: entenda por que esse mercado pode render bilhões

Os NFTs estão alimentando transações milionárias de itens digitais colecionáveis, de arte a clipes de música, passando por tênis virtuais e cards de jogadores de basquete

Por Silvia Bassi 04/03/2021

O termo fungible (fungível, em português) passou a ser tema de conversas na área da economia e da tecnologia nas últimas semanas por conta da onda NFT, atrelada à criptopmoeda Ethereum e suportada pela tecnologia blockchain. Os NFTs estão alimentando transações milionárias de itens digitais colecionáveis, de arte a clipes de música, passando por tênis virtuais e cards de jogadores de basquete, cuja autenticidade, unicidade e cadeia de propriedade são criptografadas e garantidas por blockchain.

NFT é a sigla para Non-Fungible Tokens, ou tokens não-fungíveis. Se fungível define um bem que é consumível e pode ser substituído por outra coisa de mesma espécie, qualidade, quantidade e valor (um bitcoin, por exemplo), um item não-fungível é uma peça única, não consumível e não substituível. Mal comparando, é a diferença entre a Mona Lisa original instalada no museu do Louvre e a reprodução do mesmo quadro feita em papel barato. No caso do NFT, é a diferença entre ser dono do único vídeo da gravação original de uma banda de rock ou de um MP3 da mesma banda reproduzido milhões de vezes.

Por enquanto, o NFT está sendo explorado por artistas gráficos, músicos, empresas de games, esportistas e influenciadores digitais. O mercado quadruplicou de tamanho em 2020, com US$ 250 milhões em transações. Mas empreendedores bilionários como Mark Cuban garantem que a venda do ícone animado de um gato voador por US$ 600 mil é só a ponta do iceberg de um negócio que pode abrir fontes de receita para todas as empresas. "O que está acontecendo agora é uma prova de conceito", tuitou recentemente.

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