s
Consumidores esperam que as marcas que apoiam e de quem compram e falam bem nas redes sociais não sejam apenas fabricantes e varejistas, mas contribuintes ativos para a sociedade Crédito: Reprodução/YouTube
TENDÊNCIAS

Não é só vender: marcas precisam ter um papel ativo na sociedade

Quanto mais uma marca escolher seus campos de atuação e se comunicar com seus consumidores tão logo os debates surgem, mais será vista como autêntica

Por Redação The Shift 06/12/2021

Se há uma coisa que a economia comportamental nos mostrou nos últimos anos é que em um cenário marcado pelo divisionismo, nem sempre as reações estão no campo do bom senso e racional – e que as interações entre pessoas, marcas e iniciativas se tornaram muito mais pessoais, desde a chegada da pandemia. Passamos por um reset social.

Comprar uma série de coisas das quais não precisamos durante a Black Friday somente para aproveitar uma oferta, é uma coisa. Esperar muito mais das marcas com as quais interagimos, cobrando que tenham uma atuação ativa na sociedade, muito além de suas atribuições comerciais, é outra.

“Antes, estávamos confortavelmente entorpecidos, comprando mais barato, maior e melhor; agora, a pandemia gerou sofrimento e trauma, e a introspecção que ela gerou expôs nossa fragilidade. A pandemia nos mudou e agora buscamos mais no comércio. Esperamos realização, não apenas consumo. Esperamos que as marcas que patrocinamos não sejam apenas fabricantes e varejistas, mas contribuintes ativos e úteis para a nossa sociedade”, escreve Dipanjan Chatterjee, vice-presidente e analista principal da Forrester Research, onde lidera a prática de pesquisa de estratégia de marca, em um artigo para a MIT Sloan Management Review. “Nessa transição está uma das redefinições mais significativas para a marca moderna. Essa nova reconfiguração social é um território desconhecido para a maioria das empresas, que agora precisam lidar com as expectativas de novos clientes e funcionários”.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

Sua organização é movida a cérebros?

Tendências

Sua organização é movida a cérebros?

Um estudo da McKinsey aponta como construir "capacidade cerebral" dentro da empresa e gerar valor

Equipes com IA: o que a ciência da colaboração humana ensina antes de adicionar um agente

Tendências

Equipes com IA: o que a ciência da colaboração humana ensina antes...

Estudos de Harvard e Stanford mostram que a IA só melhora o desempenho de um time quando contexto, papéis e cultura são redesenhados junto com a tecnologia e não depois dela

IA na cibersegurança salta para 78%, mas governança não acompanha

Inteligência Artificial

IA na cibersegurança salta para 78%, mas governança não acompanha

Pesquisa global com 536 profissionais e 57 líderes de segurança revela adoção recorde de IA, mais falhas reportadas em detecção de ameaças e uma lacuna crescente entre governança declarada e governança praticada

Pressa e promoções-relâmpago levam consumidor brasileiro a abrir mão da segurança

Tendências

Pressa e promoções-relâmpago levam consumidor brasileiro a abrir m�...

Estudo da Akamai mostra que 47% dos brasileiros já compraram durante uma oferta-relâmpago sem verificar se o site era seguro

Três empresas valem mais que uma década de saídas de venture capital

Tendências

Três empresas valem mais que uma década de saídas de venture capita...

Relatório da Pitchbook e da NVCA mostra recordes em captação, valuations e saídas, mas revela que a bonança está concentrada em poucos nomes — com a IA respondendo por 86% do capital investido no semestre

O novo teste do CEO: o que os boards exigem na era da IA

Tendências

O novo teste do CEO: o que os boards exigem na era da IA

Os conselhos testam candidatos a CEO com simulações, exigem histórico de resultados com IA e priorizam habilidades como orquestração e humildade diante da transformação tecnológica