A Inteligência Artificial está redesenhando o que significa liderar uma empresa. Para Marcelo Braga, presidente da IBM Brasil, a transformação não é mais opcional – é estrutural, estratégica e urgente. “A IA é transversal. Ela muda tudo: a forma de ver os indicadores, de interagir com sistemas, de operar”, diz Braga. “A IA é uma das poucas tecnologias com esse impacto tão amplo. Quem lidera precisa entender isso – não para codificar, mas para saber como direcionar.”
Desde que assumiu a presidência da IBM Brasil em março de 2022, Marcelo Braga tem sido uma das vozes mais consistentes sobre o papel estratégico da Inteligência Artificial (IA) nos negócios. Com mais de duas décadas na empresa, Braga acumula passagens pelas áreas de Vendas, Software, Nuvem e pelo lançamento do IBM Watson no país. À frente da operação brasileira, tem reforçado um compromisso com inovação, diversidade e governança – sempre com a convicção de que a IA não é apenas uma escolha tecnológica, mas uma transformação organizacional inevitável.
“Estávamos acostumados a buscar ganhos de produtividade de 3%, 5%, 10%... Agora estamos falando de multiplicadores. Há áreas que podem entregar resultados 10, 20 vezes mais rápido ou mais barato. É um novo paradigma”, afirma o executivo.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Pesquisas com milhares de trabalhadores nos EUA e no Reino Unido revelam que 72,8% dos executivos C-level usam ferramentas de IA não autorizadas — e a maioria não pretende parar, mesmo sabendo dos riscos
De deepfakes de executivos a agentes de IA manipulados por instruções ocultas, os ataques de identidade digital evoluíram, mas os programas de defesa da maioria das organizações ainda operam no passado
Versão Claude Fable 5 estreia um jeito novo de vender IA avançada: quase toda a capacidade do modelo, com um filtro de segurança decidindo o que fica de fora.
Pesquisa global com quase 12 mil profissionais mostra que 74% dos trabalhadores já usam IA regularmente — mas a maioria das organizações ainda não sabe como converter esse uso em valor real
Empresas contratam trabalhadores domésticos para coletar os dados que vão treinar humanoides. A disputa por esse ativo pode definir os vencedores da próxima onda da IA.
Estudos da Workday e da KPMG mostram que a qualidade dos vínculos interpessoais prediz engajamento, confiança e saúde mental — e está sendo corroída em silêncio
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
