Missão, visão e valores não são suficientes para assegurar a continuidade do negócio. É necessário desenvolver princípios orientadores sólidos que vão além de declarações genéricas. Por exemplo: alguns princípios sólidos incluem “Concentre-se no usuário e tudo o mais seguirá” (Google); “A privacidade é um direito humano fundamental” (Apple); “Não lançaremos um produto até que nós mesmos o utilizemos” (Tableau Software).
Quando as empresas enfrentam decisões difíceis, princípios bem articulados podem ajudá-las a fazer melhores escolhas, argumentam Jack Fuchs, Scott Sandell, Vikram Shanker, em artigo publicado na edição de novembro-dezembro da Harvard Business Review.
Muitas organizações utilizam os termos “valores” e “princípios” de forma intercambiável. Confundi-los resulta em uma oportunidade perdida. Valores comunicam um sentido amplo do que uma organização considera que vale a pena. Princípios fornecem orientações — e às vezes até regras memoráveis — sobre como uma organização deve prosseguir a sua estratégia. “Princípios bem definidos são claros e acionáveis”, dizem eles.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Um estudo da McKinsey aponta como construir "capacidade cerebral" dentro da empresa e gerar valor
Estudos de Harvard e Stanford mostram que a IA só melhora o desempenho de um time quando contexto, papéis e cultura são redesenhados junto com a tecnologia e não depois dela
Os conselhos testam candidatos a CEO com simulações, exigem histórico de resultados com IA e priorizam habilidades como orquestração e humildade diante da transformação tecnológica
Três relatórios globais sobre educação, recrutamento e gestão corporativa chegam à mesma conclusão: empresas e universidades dominam a tecnologia, mas ainda não sabem preparar as pessoas para usá-la
Estudo revela as cinco perguntas que dominam as reuniões de board em 2026 e mostra por que a escassez de talento, e não a tecnologia, é o que trava o retorno da IA
Boards recebem até 500 páginas dias antes de decidir. Pesquisa com empresas de capital aberto mostra como planejamento, curadoria e IA podem mudar esse jogo
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
