Diante de um planeta em transição, o desafio da descarbonização se converteu em uma corrida estratégica entre empresas que buscam não apenas reduzir emissões, mas também capturar valor em um mercado trilionário. Segundo o relatório mais recente da McKinsey & Company, intitulado “How incumbents can succeed in climate-driven growth investments”, as empresas tradicionais — conhecidas como incumbentes — estão não só respondendo à pressão climática, mas tomando a dianteira na construção de novos negócios baseados em tecnologias verdes.
Entre 2019 e 2023, 377 grandes empresas de setores intensivos em capital investiram um total acumulado de US$ 683 bilhões em negócios baseados em tecnologias climáticas. Trata-se de um aumento de seis vezes em relação a 2019, com destaque para os setores de Energia, Automotivo e Petróleo & Gás, que lideraram tanto em valor absoluto quanto em ritmo de crescimento.
O número de projetos com decisão final de investimento (FID) em hidrogênio quadruplicou entre 2020 e 2024. No mesmo período, o número de negócios relacionados à remoção de carbono (CDR) aumentou três vezes. A demanda por créditos de carbono permanentes também segue em alta.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Estudo do Fórum Econômico Mundial mostra como a combinação entre avanço da IA e preparo da força de trabalho pode levar à prosperidade ou à frustração econômica
Da IA como infraestrutura ao impacto de novos hábitos de consumo, a NRF mostra por que 2026 será o ano do reset estratégico no varejo global
Estudo da Capgemini mostra por que preço já não basta, como a IA virou consultora de compras e por que transparência e emoção passaram a guiar a fidelidade do consumidor
Infraestrutura, processos e pessoas se tornam o verdadeiro teste de maturidade para escalar IA com impacto real nos negócios
Relatório global da Capgemini mostra por que tecnologia não é mais o gargalo — e como a lentidão organizacional ameaça a competitividade.
Dados do Women in the Workplace 2025 mostram que organizações com mais mulheres na liderança performam melhor, mas alertam para um possível retrocesso no avanço feminino
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
