É hora de reinventar a inteligência artificial. E, para muitos cientistas de dados, o caminho para isso é investir na IA Neuro-Simbólica. Que, em linhas gerais, visa aumentar (e reter) os pontos fortes da IA estatística (do Machine e do Deep Learning) com as capacidades complementares da IA simbólica ou clássica (conhecimento e raciocínio).
O Deep Learning, assim como a IA Simbólica, são os pilares da tecnologia de Ciência de Dados, mas a IA Neuro-Simbólica promete transcender algumas de suas limitações. Simplesmente porque pode:
Em outras palavras, a IA Neuro-Simbólica pode tornar a IA verdadeiramente inteligente. Além disso, e
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Enquanto IA, quântica e biotecnologia avançam, Stanford alerta para a erosão da ciência básica e do capital humano
A automação por IA está deslocando valor da interface para dados, controle e orquestração.
Estudos do GPTW, da Gartner e da Harvard Business Review indicam que exigir performance sem recalibrar suporte, cultura e capacitação cobra um preço alto
Dados globais indicam que apenas 2 a 3 horas do dia são realmente produtivas, enquanto o “trabalho sobre trabalho” e a fragmentação da agenda corroem a eficiência
Agentes prometem escala e eficiência, mas expõem limites organizacionais. O diferencial está na capacidade das empresas de gerir IA como rotina operacional.
O que o experimento MoltBook revela sobre o valor econômico, a governança e a liderança em sistemas autônomos.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
