s
A Inteligência Artificial transformará processos, produtividade e carreiras nos próximos anos (Crédito: Freepik)
TENDÊNCIAS

IA Generativa, Agentes e reskilling no trabalho: O que esperar em 2025

A Inteligência Artificial transformará processos, produtividade e carreiras nos próximos anos

Por Soraia Yoshida 15/12/2024

Estamos há pouco mais de duas semanas de entrar em 2025. Um ano que será decisivo para a Inteligência Artificial (IA), que passará de aplicativos para soluções focadas nas empresas. Um ano em que ficará claro para as organizações que não dá para “dar um jeitinho” e implementar a IA do jeito que der. É preciso estratégia, recursos e pessoas treinadas e engajadas para uma boa ideia decolar.

Em 2025, a IA evoluirá de uma ferramenta para o trabalho e para o lar para uma parte integrante de ambos”, atesta o consultor Paul Nyhan no artigo 6 AI Trends you’ll see more of in 2025”. Ele prevê que os Agentes de IA “farão mais com maior autonomia” e ajudarão a simplificar nossas vidas em casa e no trabalho. Chris Young, vice-presidente executivo de Desenvolvimento de Negócios, Estratégia e Empreendimentos da Microsoft concorda e vai além. “A IA já está fazendo com que o impossível pareça possível e, no ano passado, vimos um número significativo de pessoas e organizações passando da experimentação da IA para uma adoção maior. Este é o início de uma transformação em grande escala de como essa tecnologia mudará cada parte de nossas vidas”.

“Se 2023 foi o ano de explosão da IA Generativa (GenAI), 2024 e 2025 serão marcados pela implementação, experimentação e consolidação”, acredita Karen Sumie Fontana, sócia e diretora da Springpoint e da FutureBrand São Paulo. Segundo ela, essa transformação digital depende da capacidade das organizações de democratizar o acesso à GenAI, para além de um pequeno grupo de especialistas e líderes.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

Treinar não basta: como evitar que as competências da sua equipe fiquem obsoletas antes de gerar resultado

Tendências

Treinar não basta: como evitar que as competências da sua equipe fiq...

Dados de TalentLMS, Cornerstone, BCG e Deloitte revelam por que o desenvolvimento de skills precisa virar processo contínuo, e não projeto pontual

Google for Brasil 2026: futebol, IA e investimentos em educação marcam a 8ª edição do evento

Inteligência Artificial

Google for Brasil 2026: futebol, IA e investimentos em educação marc...

Na véspera da abertura da Copa do Mundo no Brasil, o Google reuniu executivos, parceiros e convidados em São Paulo para anunciar lançamentos que vão de IA aplicada ao futebol e à saúde até novos recursos do Gemini, do YouTube e da Bu...

Shadow AI: como a alta liderança lidera o uso de ferramentas de IA não autorizadas na empresa

Segurança

Shadow AI: como a alta liderança lidera o uso de ferramentas de IA n�...

Pesquisas com milhares de trabalhadores nos EUA e no Reino Unido revelam que 72,8% dos executivos C-level usam ferramentas de IA não autorizadas — e a maioria não pretende parar, mesmo sabendo dos riscos

Roubo de indentidade digital: por que as empresas estão perdendo essa batalha

Inteligência Artificial

Roubo de indentidade digital: por que as empresas estão perdendo essa...

De deepfakes de executivos a agentes de IA manipulados por instruções ocultas, os ataques de identidade digital evoluíram, mas os programas de defesa da maioria das organizações ainda operam no passado

A IA está em todo lugar: o problema agora é estratégia

Inteligência Artificial

A IA está em todo lugar: o problema agora é estratégia

Pesquisa global com quase 12 mil profissionais mostra que 74% dos trabalhadores já usam IA regularmente — mas a maioria das organizações ainda não sabe como converter esse uso em valor real

Desconexão no trabalho: o custo da IA e da falta de conexão humana

Tendências

Desconexão no trabalho: o custo da IA e da falta de conexão humana

Estudos da Workday e da KPMG mostram que a qualidade dos vínculos interpessoais prediz engajamento, confiança e saúde mental — e está sendo corroída em silêncio