Esse não é um post sobre política, é um post sobre o impacto que o uso indevido da tecnologia pode provocar sobre a percepção da realidade. Mas é também sobre como a tecnologia pode ajudar a separar o joio do trigo na tempestade de desinformação que vem por aí. E evitar que, inadvertidamente, sejamos disseminadores do problema.
Na quarta-feira, 18/08, um dia apenas depois do início oficial da campanha eleitoral, circulou a primeira deepfake das eleições de 2022: um vídeo manipulado da apresentadora Renata Vasconcelos, do Jornal Nacional, invertia os resultados de uma pesquisa de intenção de votos do Ipec. O vídeo circulou no Twitter, WhatsApp e YouTube. É o primeiro destas eleições, mas não será o último, infelizmente.
Estamos na década da mídia sintética, como define, desde 2020, a futurista quantitativa Amy Webb e isso é um movimento global. "Existem, agora, milhares de vídeos deepfake online, de acordo com a startup Deeptrace. Eles criam um campo de distorção da realidade que ameaça adversamente a política, os negócios e a percepção da história e podem até ser usados em aplicações militares", escreve Cristina De Luca nesse artigo da The Shift mapeando o estado das deepfakes.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
No Requests for Startups Winter 2027, a aceleradora pede soluções em hardware, infraestrutura, finanças e governo para levar a IA à economia real
Relatório da Unico Skill mostra que as matrículas em idiomas cresceram 87,9% em um semestre. Gary Bolles, da Singularity University, explica por que a tradução automática não substitui aprender uma língua
Os conselheiros veem o risco cibernético, turbinado pela IA, como um dos mais graves do momento. Mesmo assim, ainda faltam competência técnica, informação de qualidade e ensaio para crises
Estudo do IBGC mostra que a tecnologia já apoia análises e planejamento estratégico, mas só 20,7% dos membros de boards que a usam têm diretrizes éticas documentadas, e só 31% receberam treinamento específico
Estudo da Deloitte mostra que as empresas tocam várias transformações ao mesmo tempo, mas ainda tratam a gestão de mudança como custo de projeto. O preço aparece em esgotamento, saídas de talentos e valor perdido
Estudo do BCG revela um abismo de 41 pontos na percepção de confiança. A falta de transparência sobre a IA já afeta o empenho das equipes, enquanto os líderes olham para outro lado
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
