s
Infográfico do GAO - US Government Accountability Office que mostra como identificar uma deepfake: video, foto ou peça de áudio que parece real, mais foi manipulada com IA
TENDÊNCIAS

Hora de desconfiar de tudo e todos

Os deepfakes criam um campo de distorção da realidade que ameaça adversamente a política, os negócios e a percepção da história e podem até serem usados ​​em aplicações militares. Acione seus radares.

Por Silvia Bassi 21/08/2022

Esse não é um post sobre política, é um post sobre o impacto que o uso indevido da tecnologia pode provocar sobre a percepção da realidade. Mas é também sobre como a tecnologia pode ajudar a separar o joio do trigo na tempestade de desinformação que vem por aí. E evitar que, inadvertidamente, sejamos disseminadores do problema.

Na quarta-feira, 18/08, um dia apenas depois do início oficial da campanha eleitoral, circulou a primeira deepfake das eleições de 2022: um vídeo manipulado da apresentadora Renata Vasconcelos, do Jornal Nacional, invertia os resultados de uma pesquisa de intenção de votos do Ipec. O vídeo circulou no Twitter, WhatsApp e YouTube. É o primeiro destas eleições, mas não será o último, infelizmente.

Estamos na década da mídia sintética, como define, desde 2020, a futurista quantitativa Amy Webb e isso é um movimento global.  "Existem, agora, milhares de vídeos deepfake online, de acordo com a startup Deeptrace. Eles criam um campo de distorção da realidade que ameaça adversamente a política, os negócios e a percepção da história e podem até ser usados ​​em aplicações militares", escreve Cristina De Luca nesse artigo da The Shift mapeando o estado das deepfakes.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

IBM: Computação Quântica, Inteligência Artificial e soberania digital

Inteligência Artificial

IBM: Computação Quântica, Inteligência Artificial e soberania digi...

Com disponibilidade geral anunciada no Think 2026, a plataforma Sovereign Core permite que organizações implantem IA com controle total sobre dados, infraestrutura e modelos — sem depender de nuvens estrangeiras

Do digital para a inteligência: o que o VP da SAS diz sobre o futuro do Marketing orientado por dados

Tendências

Do digital para a inteligência: o que o VP da SAS diz sobre o futuro...

Na SAS Innovate 2026, Mike Blanchard detalhou como a camada de decisão inteligente vai redefinir o engajamento com clientes — e por que empresas que ainda medem volume estão ficando para trás

A ordem importa: como empresas líderes transformam habilidades em resultado de negócio

Tendências

A ordem importa: como empresas líderes transformam habilidades em res...

Pesquisa da Deloitte com 87 organizações mostra que não existe modelo universal de talentos — mas existe uma sequência que funciona

SAS Brasil investe em governança e IA confiável

Inteligência Artificial

SAS Brasil investe em governança e IA confiável

Em entrevista durante o SAS Innovate 2026, o Country Leader Brazil André Novo explica a nova estrutura da empresa, fala sobre as tecnologias que já estão em produção no Brasil — e as que ainda precisam esperar — e revela por que vi...

Aos 50 anos, SAS aposta em IA Agêntica, Gêmeos Digitais e Computação Quântica

Inteligência Artificial

Aos 50 anos, SAS aposta em IA Agêntica, Gêmeos Digitais e Computaç�...

No SAS Innovate 2026, a empresa trouxe suas apostas tecnológicas e culturais que devem guiar os próximos anos da empresa: IA Agêntica com governança integrada, simulação industrial com Gêmeos Digitais e uma plataforma para democratiz...

Quando a IA já compra por você, para que serve uma loja?

Tendências

Quando a IA já compra por você, para que serve uma loja?

Com 68% dos consumidores usando IA nas compras, o relatório da McKinsey e do ICSC revela o novo imperativo do varejo físico: ou a loja tem uma missão clara ou ela não tem razão de existir