s
Crédito Canva
LIDERANÇA

Fadiga de mudança desafia empresas

Mudar continuamente exige muito esforço e pode gerar fadiga nas equipes, confundida com falta de comprometimento. Comunicação pode ser a saída

Sua equipe, que costumava ficar entusiasmada com novas ideias e a possibilidade de mudança, parece esgotada. Estranhamente, reclama de todo o trabalho necessário para mudar as coisas. Argumenta contra qualquer proposta. Ou pior, apenas checa, apática, o que quer que aconteça… Você está diante de um caso clássico de fadiga da mudança: a sensação de desilusão e frustração de não conseguir lidar com seguidas reorganizações, transições de liderança, implementação de novas tecnologias…

A fadiga de mudança não é um problema individual, mas coletivo, que precisa ser tratado no nível da equipe ou da organização. Muitas empresas geralmente não percebem que o absenteísmo, o baixo engajamento e a alta rotatividade podem estar diretamente ligados à fadiga da mudança. Pior. Muitas lideranças costumam confundir sintomas de fadiga de mudança com os de resistência à mudança

É importante entender que a resistência à mudança é uma reação típica do ser humano à mudança organizacional, na forma de um questionamento saudável e sincero das razões e das chances de sucesso. A fadiga resulta das mudanças históricas que se acumularam e criaram uma sensação geral de apatia ou resignação, e isso não é necessariamente estresse e exaustão.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

IA Executiva: Como levar o julgamento do CEO para toda a empresa

Inteligência Artificial

IA Executiva: Como levar o julgamento do CEO para toda a empresa

É possível usar a IA para codificar os critérios de decisão da alta liderança e distribuí-los pela organização. Mas o caminho tem armadilhas: ideias que podem se repetir, dogmas herdados pelo sucessor e riscos jurídicos

A IA chegou aos conselhos antes da governança

Tendências

A IA chegou aos conselhos antes da governança

Estudo do IBGC mostra que a tecnologia já apoia análises e planejamento estratégico, mas só 20,7% dos membros de boards que a usam têm diretrizes éticas documentadas, e só 31% receberam treinamento específico

O retorno de 4 para 1 que as empresas deixam na mesa

Inteligência Artificial

O retorno de 4 para 1 que as empresas deixam na mesa

Estudo da Deloitte mostra que as empresas tocam várias transformações ao mesmo tempo, mas ainda tratam a gestão de mudança como custo de projeto. O preço aparece em esgotamento, saídas de talentos e valor perdido

O ponto cego dos CEOs na era da IA: a confiança que eles acham que têm

Inteligência Artificial

O ponto cego dos CEOs na era da IA: a confiança que eles acham que t�...

Estudo do BCG revela um abismo de 41 pontos na percepção de confiança. A falta de transparência sobre a IA já afeta o empenho das equipes, enquanto os líderes olham para outro lado

Todos usam IA, quase ninguém sabe liderar com ela, aponta Global Leadership Forecast 2027

Inteligência Artificial

Todos usam IA, quase ninguém sabe liderar com ela, aponta Global Lead...

Mais de 80% dos líderes relatam ganhos de produtividade com IA. Mas só 14% se sentem muito preparados para usar tecnologias emergentes com sucesso, e apenas 22% trabalham em empresas com uma política clara sobre o uso de IA

Gary Bolles: personificar a IA é uma questão de responsabilidade

Inteligência Artificial

Gary Bolles: personificar a IA é uma questão de responsabilidade

Chair de Futuro do Trabalho da Singularity University defende que a responsabilidade pelo uso da IA continue sendo humana. Para gerar valor com a tecnologia, diz ele, as empresas precisam redesenhar toda a cadeia de entrega, começando pela...