A falta satisfação, engajamento e de relação com o trabalho custa às organizações US$ 7,8 trilhões em perda de produtividade. Isso equivale a 11% do PIB global jogados fora por não trabalhar adequadamente aspectos da experiência do colaborador (EX). De acordo com o relatório “State of the Global Workplace: 2022 Report”, da Gallup, ansiedade e estresse podem pesar bastante no desempenho. E, como mostra outro estudo, da Deloitte, nem sempre as lideranças estão atentas a esse fato – e quando estão, acham que a situação é melhor do que na vida real.
A pandemia também serviu como gatilho para o aumento surpreendente nos níveis de estresse, ansiedade, depressão e síndrome de burnout – esta última reconhecida oficialmente como relacionada ao trabalho pela Organização Mundial de Saúde (OMS) – entre os trabalhadores. Grande parte desses profissionais adoecidos vai parar nos consultórios médicos e hospitais, onde “despejam” suas angústias em busca de alento e respostas. Muito do do trabalho da psicóloga Giovanna Rossi Lenzi, responsável técnica pela equipe de Psicologia do Hospital Santa Catarina-Paulista, é ouvir o que essas pessoas têm a dizer. “Eu brinco que a Psicologia dentro do hospital tem que estar na contramão: enquanto todo mundo está correndo para fazer o corpo sobreviver, a gente tem que andar com calma, observar a cena e ver onde podemos ser um bom instrumento”, afirma.
Para Giovanna, não se pode olhar para o indivíduo de forma separada, colocando o profissional de um lado e essa mesma pessoa em seus momentos de lazer do outro. “Estamos falando de uma pessoa só”, diz ela. “Antigamente se falava para não misturar trabalho com a vida pessoal. Mas a gente precisa misturar porque é uma pessoa só, concorda? Não são várias pessoas separadas, ela continua sendo a mesma seja em casa ou no trabalho. Tudo está interligado”.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Cofundador do Waze e criador de dois unicórnios, Uri Levine lança no Brasil o livro "O Simples Vence" e prepara uma academia online para empreendedores
Jason Corey, VP do Americas Office of Technology da Red Hat, explica por que o open source entrega mais segurança, como agentes de IA podem modernizar sistemas legados sem interromper serviços e o que coloca o Brasil na vanguarda
Com 2.000 pessoas em desenvolvimento de produto e a meta de ter 100% do time focado em IA até o fim do ano, ele fala sobre o que ainda não foi desmontado e o que mudou para sempre
Como Chief Legal Officer da Zendesk, Shana Simmons redesenhou o Jurídico para operar dentro das equipes de Produto desde a ideação e defende que o próximo nível de confiança em IA é a explicabilidade: saber não apenas o que a IA dec...
Craig Flower, recém-nomeado COO da Zendesk, explica como a empresa saiu de 20% para 65% de auto-resolução no próprio atendimento — e o que isso significa para qualquer empresa que queira usar IA de verdade
A empresa, que investe em educação de colaboradores e clientes sobre IA, se apoia em uma cultura construída ao longo de cinco décadas para se tornar diferencial num mercado em consolidação.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
