Em um mundo Low Touch (baixo contato), o crescimento da adoção de drones e robôs é inevitável. Sinais dessa aceleração aparecem por todos os lugares. Um artigo publicado pela Sifted, sobre o mercado europeu e norte-americano, mostra que as empresas que produzem tais criaturas estão trabalhando como loucas para suprir a demanda. E aí passamos a ver coisas divertidas, como Marley, o robô separador de comida da startup inglesa Karakuki, eleita uma das Top 50 startups globais de retail em 2020.
Outro exemplo é a Starship Technologies, empresa estoniana criada em 2014 por Ahti Heinla e Janus Friis, cofundadores do Skype, (ah Estônia, esse país inovador), que fabrica o robô autônomo entregador Starship. Ele pode ser visto em ação em mais de 100 cidades de 20 diferentes países, entregando livros em universidades norte-americanas ou compras de mercearia e comida nas ruas de Milton Keynes, uma pequena cidade perto de Londres.
Os drones, que se destacam no imaginário popular até agora muito mais pelo seu uso militar, recreativo, ou, mais recentemente, de vigilância e combate à Covid-19, agora entram nesse futuro Low Touch como elementos importantes no ecossistema de várias verticais econômicas. O estudo sobre o mercado de Drones feito pela CompTIA, aponta tendências relevantes - incluindo mudanças regulatórias fundamentais - que podem gerar inovações estratégicas para muitos negócios. Se levar em conta que o estudo foi feito antes da pandemia, coloque aí um boost para todos os números que relatamos abaixo.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Pesquisas com milhares de trabalhadores nos EUA e no Reino Unido revelam que 72,8% dos executivos C-level usam ferramentas de IA não autorizadas — e a maioria não pretende parar, mesmo sabendo dos riscos
De deepfakes de executivos a agentes de IA manipulados por instruções ocultas, os ataques de identidade digital evoluíram, mas os programas de defesa da maioria das organizações ainda operam no passado
Pesquisa global com quase 12 mil profissionais mostra que 74% dos trabalhadores já usam IA regularmente — mas a maioria das organizações ainda não sabe como converter esse uso em valor real
Estudos da Workday e da KPMG mostram que a qualidade dos vínculos interpessoais prediz engajamento, confiança e saúde mental — e está sendo corroída em silêncio
Relatórios do IMD e Adecco apontam os padrões que separam organizações capazes de transformar IA em resultado das que ficam estagnadas
Empresas como a Tenda, Motiva e TotalPass estão passando por uma transformação movida a IA e automação, mas que vai entregar lá na ponta uma experiência elevada para o cliente
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
