Em um mundo Low Touch (baixo contato), o crescimento da adoção de drones e robôs é inevitável. Sinais dessa aceleração aparecem por todos os lugares. Um artigo publicado pela Sifted, sobre o mercado europeu e norte-americano, mostra que as empresas que produzem tais criaturas estão trabalhando como loucas para suprir a demanda. E aí passamos a ver coisas divertidas, como Marley, o robô separador de comida da startup inglesa Karakuki, eleita uma das Top 50 startups globais de retail em 2020.
Outro exemplo é a Starship Technologies, empresa estoniana criada em 2014 por Ahti Heinla e Janus Friis, cofundadores do Skype, (ah Estônia, esse país inovador), que fabrica o robô autônomo entregador Starship. Ele pode ser visto em ação em mais de 100 cidades de 20 diferentes países, entregando livros em universidades norte-americanas ou compras de mercearia e comida nas ruas de Milton Keynes, uma pequena cidade perto de Londres.
Os drones, que se destacam no imaginário popular até agora muito mais pelo seu uso militar, recreativo, ou, mais recentemente, de vigilância e combate à Covid-19, agora entram nesse futuro Low Touch como elementos importantes no ecossistema de várias verticais econômicas. O estudo sobre o mercado de Drones feito pela CompTIA, aponta tendências relevantes - incluindo mudanças regulatórias fundamentais - que podem gerar inovações estratégicas para muitos negócios. Se levar em conta que o estudo foi feito antes da pandemia, coloque aí um boost para todos os números que relatamos abaixo.
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