s
GESTÃO

Como montar o time estratégico adequado

Só 7% das empresas são excelentes em implementar estratégias, e 48% delas não chegam a atingir metade das metas

Colocar a estratégia em jogo requer conhecer os papéis cruciais na organização e garantir que os melhores talentos os ocupem nas tarefas corretas. Uma estratégia vencedora requer foco e consciência aguçada sobre quais papéis são desproporcionalmente críticos, e fazer o investimento adequado neles. Investir em funções críticas não é apenas encontrar talentos incríveis - é também criar os sistemas e práticas necessários que se concentram primeiro nas posições e depois nas pessoas que as ocupam.

Há duas maneiras de descobrir quais funções têm mais influência nos principais resultados: usar dados para deduzir isso de baixo para cima, ou inferir de cima para baixo. Onde o contexto for apropriado e os dados disponíveis, adotar a abordagem de baixo para cima pode gerar respostas surpreendentes. Nesses casos, as lideranças devem estar preparadas para deixar que os insights orientem suas decisões, explicam os professores e pesquisadores Boris Groysberg, Eric Lin, Abhijit Naik e Sascha L. Schmidt, em artigo publicado pela MIT Sloan Management Review.

O uso cuidadoso dos dados pode lançar luz sobre as funções críticas dentro de sua equipe e revelar resultados surpreendentes que desafiam a sabedoria convencional. E ter uma visão das funções críticas pode não apenas informar sua estratégia, como ser uma fonte de vantagem competitiva. Inclusive porque vencer consistentemente requer monitorar não apenas quais são as funções críticas, mas como elas podem estar mudando e colaborando.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

O retorno de 4 para 1 que as empresas deixam na mesa

Inteligência Artificial

O retorno de 4 para 1 que as empresas deixam na mesa

Estudo da Deloitte mostra que as empresas tocam várias transformações ao mesmo tempo, mas ainda tratam a gestão de mudança como custo de projeto. O preço aparece em esgotamento, saídas de talentos e valor perdido

O ponto cego dos CEOs na era da IA: a confiança que eles acham que têm

Inteligência Artificial

O ponto cego dos CEOs na era da IA: a confiança que eles acham que t�...

Estudo do BCG revela um abismo de 41 pontos na percepção de confiança. A falta de transparência sobre a IA já afeta o empenho das equipes, enquanto os líderes olham para outro lado

Gary Bolles: personificar a IA é uma questão de responsabilidade

Inteligência Artificial

Gary Bolles: personificar a IA é uma questão de responsabilidade

Chair de Futuro do Trabalho da Singularity University defende que a responsabilidade pelo uso da IA continue sendo humana. Para gerar valor com a tecnologia, diz ele, as empresas precisam redesenhar toda a cadeia de entrega, começando pela...

A maioria esquecida da revolução da IA

Inteligência Artificial

A maioria esquecida da revolução da IA

Cerca de 56% dos trabalhadores formam a "sala de máquinas" das empresas: o núcleo que faz a operação rodar, mas tem pouco acesso a IA, a capacitação e a boas perspectivas. Só 33% desse grupo confiam na alta gestão

A organização que pensa: por que a IA exige redesenhar o trabalho e colocar o RH no centro

Tendências

A organização que pensa: por que a IA exige redesenhar o trabalho e...

Estudo do IBM Institute for Business Value com 1.500 CHROs e 8.800 funcionários mostra que as empresas que tratam a IA como capital de crescimento redesenham o trabalho, protegem o julgamento humano e reinvestem os ganhos nas pessoas

Pensamento crítico vale mais na era da IA no trabalho

Inteligência Artificial

Pensamento crítico vale mais na era da IA no trabalho

Pesquisa da WSJ Intelligence e da PMI com 2.507 profissionais mostra que, quanto mais a IA avança no trabalho, mais valiosos ficam julgamento, criatividade e pensamento crítico humanos