Mais de 82% dos CEOs e altas lideranças acreditam que o impacto da IA será enorme no trabalho e em seus negócios. Mais de 37% pensam que o futuro incluirá pessoas colaborando com a IA. Para que isso aconteça, é preciso integração e compreensão do que pode ser construído com a Co-Inteligência.
O conceito vem de Ethan Mollick, Professor Associado de Gestão da Wharton School da Universidade da Pensilvânia. Segundo ele, a Co-Inteligência gira em torno da colaboração sinérgica entre humanos e Inteligência Artificial (IA).
Em seu recém-lançado livro "Co-Intelligence: Living and Working With AI", Ethan Mollick desenha uma estrutura para essa colaboração, deixando para a IA as tarefas em que vai se destacar, ganhar tempo e ser mais eficiente e para as pessoas, aquelas em que suas qualidades e características farão com que o resultado seja melhor. O principal objetivo da Co-Intelligence é aproveitar os pontos fortes dos seres humanos e da IA para obter resultados superiores em vários campos, como negócios, educação e criatividade.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
O discurso mudou em Las Vegas: o desafio agora é fazer agentes operarem em escala, com múltiplos modelos, dados sob controle e humanos responsáveis pelas decisões que importam.
O avanço tecnológico depende menos da capacidade de produzir hipóteses do que da capacidade de descartá-las. É o que separa as empresas em que a IA acelera a inovação daquelas em que ela apenas acelera o erro.
Com a perspectiva de uma vida produtiva muito além dos 60 anos, podemos investir em uma carreira por 30 anos e depois inventar outra. A longevidade, combinada com aprendizado contínuo, é fonte de crescimento, segundo pesquisas
Pesquisas da ETS, da Deloitte e do Fórum Econômico Mundial mostram que aprender a se adaptar continuamente tornou-se mais decisivo para a carreira do que qualquer habilidade técnica isolada — e o Brasil aparece entre os países com mai...
Políticas e comitês não bastam quando a autoridade pode expirar no tempo e se ampliar pelo caminho. As empresas terão de construir uma camada capaz de identificar, limitar, revalidar e revogar o poder de cada agente antes que a ação a...
Reguladores, coalizões, protocolos da IETF e produtos tentam evitar que a capacidade de um agente vire autoridade só porque ele encontrou um caminho técnico até a ação.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
