Mais de 82% dos CEOs e altas lideranças acreditam que o impacto da IA será enorme no trabalho e em seus negócios. Mais de 37% pensam que o futuro incluirá pessoas colaborando com a IA. Para que isso aconteça, é preciso integração e compreensão do que pode ser construído com a Co-Inteligência.
O conceito vem de Ethan Mollick, Professor Associado de Gestão da Wharton School da Universidade da Pensilvânia. Segundo ele, a Co-Inteligência gira em torno da colaboração sinérgica entre humanos e Inteligência Artificial (IA).
Em seu recém-lançado livro "Co-Intelligence: Living and Working With AI", Ethan Mollick desenha uma estrutura para essa colaboração, deixando para a IA as tarefas em que vai se destacar, ganhar tempo e ser mais eficiente e para as pessoas, aquelas em que suas qualidades e características farão com que o resultado seja melhor. O principal objetivo da Co-Intelligence é aproveitar os pontos fortes dos seres humanos e da IA para obter resultados superiores em vários campos, como negócios, educação e criatividade.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Mesmo com milhares de vagas abertas, empresas seguem congelando contratações, reduzindo orçamento e operando com lacunas críticas de habilidades. O resultado é um ambiente mais vulnerável justamente quando a IA amplia a superfície de...
O avanço da Inteligência Artificial começa a migrar da escala dos modelos para arquiteturas que combinam múltiplas formas de inteligência computacional.
O avanço dos agentes, a memória persistente e a integração entre aplicativos estão gerando novas arquiteturas de software e redefinindo a competição no mercado pessoal de GenAI.
Apesar da escassez de exits e da instabilidade política, quase metade dos investidores planeja ampliar aportes. O foco agora está na digitalização de setores tradicionais da economia
Estudos mostram que agentes de IA podem automatizar crédito, compliance e análise financeira, mas o setor ainda enfrenta barreiras para escalar a tecnologia
Em um cenário marcado por geopolítica instável, disrupções tecnológicas e choques climáticos, conselhos de administração precisam ir além da supervisão e assumir um papel ativo na definição da estratégia
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
