Mais de 82% dos CEOs e altas lideranças acreditam que o impacto da IA será enorme no trabalho e em seus negócios. Mais de 37% pensam que o futuro incluirá pessoas colaborando com a IA. Para que isso aconteça, é preciso integração e compreensão do que pode ser construído com a Co-Inteligência.
O conceito vem de Ethan Mollick, Professor Associado de Gestão da Wharton School da Universidade da Pensilvânia. Segundo ele, a Co-Inteligência gira em torno da colaboração sinérgica entre humanos e Inteligência Artificial (IA).
Em seu recém-lançado livro "Co-Intelligence: Living and Working With AI", Ethan Mollick desenha uma estrutura para essa colaboração, deixando para a IA as tarefas em que vai se destacar, ganhar tempo e ser mais eficiente e para as pessoas, aquelas em que suas qualidades e características farão com que o resultado seja melhor. O principal objetivo da Co-Intelligence é aproveitar os pontos fortes dos seres humanos e da IA para obter resultados superiores em vários campos, como negócios, educação e criatividade.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
O relatório "Beyond Tomorrow", do BCG Henderson Institute, traça quatro futuros plausíveis para 2050 a partir de mais de 100 megatendências e um século de dados. E alerta que as decisões dos próximos cinco anos moldarão os próximos...
A maioria (84%) dos profissionais brasileiros quer líderes emocionalmente controlados: o que esta pesquisa revela sobre a lacuna da liderança no país
A OpenAI lançou anúncios no ChatGPT em fevereiro de 2026. Em noventa dias, ativou CPC, contratou o VP de publicidade da Meta e atraiu a regulação europeia.
O gargalo da Inteligência Artificial nas empresas virou execução, contexto e gestão, com 7,9 horas por semana perdidas em atrito e apenas 12% dos funcionários dizendo que o trabalho de fato mudou
Pesquisa Ford e Datafolha aponta falta de conhecimento técnico como principal gargalo na contratação, mas a escassez de habilidades comportamentais, o domínio do inglês e a velocidade da adoção de IA complicam ainda mais o cenário
Três em cada quatro empresas admitem que não conteriam um ciberataque significativo sem paralisar as operações. O risco agora é de continuidade do negócio
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
