"Os LLMs (Large Language Models) sozinhos não resolvem problemas". No palco do SAS Innovate 2024, evento que aconteceu esta semana em Las Vegas, a cientista de dados Marinela Profi, líder global de estratégia de IA do SAS Institute, lembrava que, embora sejam revolucionários, os LLMs não bastam para criar aplicações corporativas de negócios.
Entre os LLMs e os impactos em produtividade e nos resultados de negócios das empresas, está uma teia de tecnologias conectoras, dados, modelos éticos, estruturas de governança e, principalmente, pessoas. Na equação geral, aponta Marinela, a IA Generativa e os grandes modelos de linguagem representam cerca de 20% de toda a cadeia de valor.
Na abertura do evento, Bryan Harris, Vice-Presidente Executivo e CTO do SAS Institute, falou da natureza veloz do aprendizado corporativo: "quando usamos dados + ia para tomar melhores decisões que levam a melhores resultados, a taxa de aprendizado acelera e coloca a empresa à frente da concorrência e à frente do mercado".
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Em manifesto recém-publicado, Zuckerberg defende que distribuir superinteligência é o que nos torna seguros. No mesmo dia, a Meta abriu os pesos do seu modelo menor e manteve o maior fechado.
Pesquisa da Okta com 306 CISOs mostra que a infraestrutura de identidade é, ao mesmo tempo, o problema e a solução para controlar agentes de IA dentro das empresas
Modelos de linguagem genômica já conseguem projetar genomas virais funcionais. O avanço promete novas terapias e muda a escala do debate sobre biossegurança.
Apenas de 10% a 20% das tarefas empresariais exigem os modelos mais poderosos. O roteamento multimodelo transforma essa diferença em economia.
Tem mais: a IA já entrou na avaliação de desempenho dos CEOs, mas ainda não entrou nos sistemas que medem esse desempenho.
Agentes da OpenAI escaparam do teste, invadiram a Hugging Face e roubaram o gabarito errado. O episódio expõe as três perguntas que toda empresa deveria fazer: quem autoriza, quem monitora, quem desliga.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
