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Crédito: Pixabay
INOVAÇÃO

5 motivos para fazer inovação aberta

No Brasil, 83% das empresas acreditam precisar de inovação para se destacar no período pós-pandemia, porém apenas duas em cada dez já apresentam estratégias de associação com o ecossistema de startups

Na Nova Economia, inovação não fica restrita a um universo à parte onde ficam as startups. Pelo contrário, é essencial para o sucesso da economia compartilhada a construção conjunta da inovação entre corporações e startups. Este movimento, conhecido como inovação aberta, vem amadurecendo no Brasil nos últimos anos e foi acelerado pela Covid-19.

Neste cenário, 83% das empresas no Brasil acreditam precisar de inovação para se destacar no período pós-pandemia, porém apenas duas em cada dez já apresentam estratégias de associação com o ecossistema de startups. A Liga Ventures é uma das organizações que visa diminuir essa lacuna, conectando as duas pontas da colaboração e organiza o evento anual Liga Open Innovation Summit. 

Raphael Augusto, startup hunter da Liga Ventures e um dos organizadores do evento, listou em entrevista exclusiva à The Shift os cinco principais motivos pelos quais grandes corporações estão aderindo à inovação aberta. Mas, antes, o especialista ressalta: “inovação é um hábito, um processo. Não é uma iniciativa isolada. É um movimento em que você semeia diversas ações internas e externas para colher os resultados e capturar valor real”.

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  1. Resolução de problemas específicos: startups são especialistas em seus mercados e têm alta capacidade de solucionar problemas particulares de corporações mais abrangentes;
  2. Explorar novos mercados: empresas podem se valer da agilidade de startups para testar novos produtos sem a lentidão habitual de seus processos internos;
  3. Acesso a talentos: o ecossistema de startups está recheado de profissionais com habilidades relevantes para o mercado atual, especialmente na área de tecnologia;
  4. Inovar com agilidade: troca de experiência e conhecimento com startups acelera a transformação cultural;
  5. Ganhos futuros: em caso de aquisição ou investimento, corporações podem lucrar com as startups parceiras.

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