s
Crédito: Don Karampelas/Unplash
STREAMING

Três segredos por trás do sucesso da Netflix

No livro "A Regra é não ter Regras", o CEO da Netflix, Reed Hastings, elenca os valores-chave que fazem parte de uma cultura de trabalho da empresa

Esqueça os dados e os algoritmos de recomendação por um momento. Eles não teriam tanto sucesso apartados de um cultura de trabalho focada em três elementos-chave: inspiração, criatividade e franqueza, segundo o co-fundador e CEO da Netflix, Reed Hastings, descreve nessa conversa com o head do TED, Chris Anderson, 4 dias antes do lançamento do livro “No Rules Rules”, que chega ao Brasil com o título “A Regra é Não Ter Regras“.

Antes da Netflix, Reed Hastings dirigiu a Pure Software. E está convencido de que a burocracia que colocou em prática na Pure levou à eventual irrelevância da empresa e à venda para um rival. “A chave é abraçar o gerenciamento à beira do caos e manter um equilíbrio entre liberdade e responsabilidade”, diz Hastings. “Essa é a mensagem do livro”. Base da maneira como a Netflix incentiva a equipe a assumir grandes riscos, normalmente sem a necessidade da aprovação de uma cadeia de chefes, e a se comunicar com franqueza.

O que o mantém acordado à noite? As “ameaças laterais“. Hastings está surpreso com o quão bem a Disney+ está se saindo. Talvez esteja aí uma das razões para a Netflix ter aumentado a disponibilidade de filmes gratuitos nos últimos meses.

CADASTRE-SE GRÁTIS PARA ACESSAR 5 CONTEÚDOS MENSAIS

Já recebe a newsletter? Ative seu acesso

Ao cadastrar-se você declara que está de acordo
com nossos Termos de Uso e Privacidade.

Cadastrar

Todos usam IA, quase ninguém sabe liderar com ela, aponta Global Leadership Forecast 2027

Inteligência Artificial

Todos usam IA, quase ninguém sabe liderar com ela, aponta Global Lead...

Mais de 80% dos líderes relatam ganhos de produtividade com IA. Mas só 14% se sentem muito preparados para usar tecnologias emergentes com sucesso, e apenas 22% trabalham em empresas com uma política clara sobre o uso de IA

Gary Bolles: personificar a IA é uma questão de responsabilidade

Inteligência Artificial

Gary Bolles: personificar a IA é uma questão de responsabilidade

Chair de Futuro do Trabalho da Singularity University defende que a responsabilidade pelo uso da IA continue sendo humana. Para gerar valor com a tecnologia, diz ele, as empresas precisam redesenhar toda a cadeia de entrega, começando pela...

A maioria esquecida da revolução da IA

Inteligência Artificial

A maioria esquecida da revolução da IA

Cerca de 56% dos trabalhadores formam a "sala de máquinas" das empresas: o núcleo que faz a operação rodar, mas tem pouco acesso a IA, a capacitação e a boas perspectivas. Só 33% desse grupo confiam na alta gestão

A organização que pensa: por que a IA exige redesenhar o trabalho e colocar o RH no centro

Tendências

A organização que pensa: por que a IA exige redesenhar o trabalho e...

Estudo do IBM Institute for Business Value com 1.500 CHROs e 8.800 funcionários mostra que as empresas que tratam a IA como capital de crescimento redesenham o trabalho, protegem o julgamento humano e reinvestem os ganhos nas pessoas

Pensamento crítico vale mais na era da IA no trabalho

Inteligência Artificial

Pensamento crítico vale mais na era da IA no trabalho

Pesquisa da WSJ Intelligence e da PMI com 2.507 profissionais mostra que, quanto mais a IA avança no trabalho, mais valiosos ficam julgamento, criatividade e pensamento crítico humanos

Sobrecarregado e engajado: os dados sobre a força de trabalho no Brasil

Tendências

Sobrecarregado e engajado: os dados sobre a força de trabalho no Bras...

Pesquisa global da Korn Ferry mostra que o profissional brasileiro trabalha sob mais pressão do que a média mundial