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Para PMEs, a tecnologia é protagonista na retomada pós-pandemia

Estudo encomendado pela Microsoft à Edelman, mostra como as pequenas, médias e microempresas brasileiras encararam a pandemia da Covid-19 em 2020, investindo em resiliência digital.

Por Microsoft Brasil * 08/03/2021

Com o intuito de entender o cenário econômico das pequenas, médias e microempresas brasileiras (PMEs) em meio à pandemia, os desafios e oportunidades encontrados por elas durante esse período e suas expectativas para o futuro pós-pandemia, a Microsoft encomendou o estudo “Como as PMEs brasileiras enfrentaram a pandemia da Covid-19”, realizado pela agência Edelman.

Proprietários e funcionários de mais de 500 PMEs de todo o país foram consultados sobre sua visão em relação à adoção de novas tecnologias, trabalho remoto, recursos humanos, implementação de estratégias de marketing digital e capacidade de reinvenção de seus objetivos e estratégias de negócio.

O estudo identificou que as PMEs brasileiras se sentem preparadas para encarar os desafios do mercado pós-pandemia, e a tecnologia é uma das ferramentas essenciais para ajudar nessa retomada. Para 78% das empresas entrevistadas, a adoção de novas tecnologias é vista como a mudança mais fácil para a recuperação econômica. Além disso, 73% das pequenas, médias e microempresas se dizem prontas para enfrentar os desafios de marketing digital e 71% estão preparadas para as questões relacionadas ao trabalho remoto.

A pandemia gerou uma mudança na forma de trabalhar e isso fez com que plataformas de comunicação e colaboração se tornassem essenciais no dia a dia dessas empresas. Para 66% dos entrevistados, os software de videochamadas são as principais mudanças adotadas em relação à adoção de tecnologia, seguidos por nuvem e software de trabalho remoto (ambos com 55%). A pesquisa mostrou que a maioria das PMEs estão familiarizadas com as plataformas de videochamadas (74%) e tecnologia de nuvem (76%).

Segundo Priscyla Laham, vice-presidente de vendas para o mercado corporativo e SMB da Microsoft Brasil, empresas, pessoas e organizações estão se adaptando para incorporar a comunicação à distância em suas atividades, “Na Microsoft acreditamos que essa mudança repentina e global para o trabalho remoto, causada pela pandemia da Covid-19 no mundo, será um ponto de virada na maneira como trabalhamos, aprendemos e nos relacionamos. Embora já fosse um recurso muito utilizado, a videoconferência se tornou parte fundamental nas nossas vidas e empregos, quase da noite para o dia. E não há dúvidas de que isso deixará um legado muito importante para o momento em que superarmos essa pandemia”, destaca a executiva.

Um bom exemplo é o desempenho da plataforma Microsoft Teams durante a pandemia. Em abril de 2020, foram registrados mais de 200 milhões de participantes em reuniões na plataforma em um único dia, gerando mais de 4,1 bilhões de minutos de reunião. Além disso, a necessidade de realizar mais chats, mais reuniões remotas e promover mais colaboração entre as pessoas, fez o Microsoft Teams atingir, em outubro, 115 milhões de usuários por dia. Em abril, eram 75 milhões de usuários/dia, o que indica um aumento de 40 milhões de usuários diários no período. Um crescimento nunca visto antes.

A adoção do trabalho remoto também foi ponto de destaque na pesquisa, uma vez que as empresas precisaram se adequar ao novo modelo para cumprir as medidas de distanciamento e isolamento social. O estudo mostra que, no caso das PMEs, 42% dos entrevistados aceleraram a adoção do trabalho remoto – 71% das mudanças em recursos humanos foram focadas em políticas de home office. Segundo a pesquisa, as mudanças no trabalho remoto se apoiaram em três pilares: flexibilização (76%), cultura interna (62%) e implantação de ferramentas para viabilizar esse modelo de trabalho (59%). Em relação ao futuro pós-pandemia, a pesquisa identificou que apenas 38% das PMEs pretendem retornar ao local de trabalho físico com políticas flexíveis e 30% das PMEs vão manter o trabalho remoto integralmente.

Outra área que passou por transformações geradas pelo distanciamento e transformação digital foi a de Recursos Humanos. O estudo aponta que 64% das médias empresas, com 150 a 250 colaboradores, apostaram na aquisição de novos talentos especializados em tecnologia e habilidades digitais. A prioridade da área de Recursos Humanos a curto prazo é buscar talentos com habilidades para inovar (59%), competências digitais (56%) e habilidades para trabalhar remotamente (55%).

O futuro do mercado de trabalho

A mudança global para o trabalho remoto criou oportunidades e desafios para o futuro das forças de trabalho, e a tecnologia e a Inteligência Artificial têm um enorme potencial para se tornar um dos principais propulsores da recuperação e desenvolvimento social e econômico do Brasil. “É nítido que as empresas que alcançaram melhor desempenho têm em comum o uso da tecnologia para alavancar seus negócios e superar os desafios encontrados. Esse cenário poderia ser ainda mais positivo se as PMEs ampliassem a adoção de IA. Para a Microsoft, o processo de transformação digital deve alcançar quatro importantes pilares: engajamento de clientes, empoderamento dos funcionários, transformação de produtos e otimização das operações”, afirma Priscyla.

Pensando na capacitação e recapacitação da população para que estejam preparadas para o novo formato de trabalho, a Microsoft anunciou, em outubro de 2020, o Microsoft Mais Brasil, um plano abrangente para promover o crescimento do país, oportunidades de emprego e sustentabilidade. Como parte do plano, a Microsoft expandiu sua oferta de nuvem no país e estabeleceu uma nova aliança com o Ministério da Economia para auxiliar na geração de oportunidades de emprego para até 25 milhões de trabalhadores e oferecer treinamento digital gratuito com capacidade para treinar até 5,5 milhões de pessoas.

Outro marco de 2020 apontado no estudo foi a revisão dos objetivos e estratégias de negócios para essas empresas. Dentre as principais mudanças relatadas pelas PMEs nesse aspecto está a reinvenção de suas estratégias de marketing – 60% dos entrevistados afirmam que essa foi sua prioridade durante o período, seguido da reinvenção do produto ou serviço que oferecem (45%) e de seus canais de vendas (41%).

A comunicação e o relacionamento com os clientes foi uma das principais mudanças realizadas pelas PMEs consultadas pela pesquisa: 75% implementaram alguma mudança nas comunicações de mídia social, seguida de melhorias no website (54%) e canais de atendimento ao cliente (51%).

Em linhas gerais, as expectativas para o pós-pandemia são positivas: 75% das PMEs continuarão reinventado seus objetivos e estratégias de negócio e 81% irão manter seus esforços de marketing digital após a pandemia, com destaque para as microempresas: 92% afirmam que vão continuar com suas estratégias de marketing digital. “É fundamental entendermos os anseios das PMEs durante esse período para que consigamos oferecer as melhores soluções de mercado e continuarmos apoiando a recuperação econômica desses parceiros que movimentam o nosso país. Tem sido um grande desafio, porém seguimos comprometidos em capacitar pessoas, comunidades e organizações de todo o mundo em nosso esforço para garantir uma recuperação econômica inclusiva”, finaliza Priscyla.

Sobre o estudo
A pesquisa “Como as PMEs brasileiras enfrentaram a pandemia de COVID-19″ foi desenvolvida pela agência global de comunicação Edelman e encomendada pela Microsoft com o intuito de entender o desempenho das PMEs locais durante o período e suas expectativas para o pós-pandemia. O estudo consultou 505 empresas de micro (0-9 colaboradores), pequeno (10-49 colaboradores) e médio portes (50-249 colaboradores) no território nacional. A pesquisa, conduzida entre setembro e outubro de 2020, foi realizada por questionário online enviado ao painel de consumidores de propriedade da NetquestTM.

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(*) Este post é parte do programa de Marketing Services da The Shift. Seu conteúdo foi fornecido pela Microsoft Brasil.

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