O Facebook está lançando um “modelo universal de reconhecimento de produto” que usa inteligência artificial para identificar bens de consumo, de móveis a moda rápida e carros velozes. É o primeiro passo para um futuro em que os produtos em todas as imagens em seu site possam ser identificados e potencialmente comprados.
O reconhecimento do produto é o primeiro de uma série de atualizações baseadas em IA que chegam às suas plataformas de comércio eletrônico em um futuro próximo, disse Mano Ver Paluri, chefe da Applied Computer Vision no Facebook, ao The Verge. Eventualmente, eles combinarão IA, realidade aumentada e até assistentes digitais para criar o que chama de experiência de compra “social-first”, base do Facebook Shops, lançado ontem em vários países, incluindo o Brasil, para atender pequenas empresas, facilitando a criação de lojas online na rede social e no Instagram. Aqui o nome é Lojas do Facebook.
A McKinsey estima que a Amazon, que recentemente implantou a IA para lidar com as consultas recebidas dos compradores, gere 35% de todas as vendas do seu mecanismo de recomendação de produtos. Além disso, a IA de startups como ModiFace, Vue.ai, Edited, Syte e Adverity já permite que os clientes experimentem tons de batom virtualmente, visualizem imagens de modelos em todos os tamanhos e identifiquem tendências e vendas ao longo do tempo.
Em tempo:
Pesquisa do MIT SMR e do BCG responde: não! Painel com 31 especialistas globais indica que a supervisão humana em IA exige mais do que verificar outputs: exige julgamento em todo o ciclo de vida dos sistemas.
Em menos de um ano, a taxa de sucesso em testes de autorreplicação saltou de 6% para 81%. O tempo médio de detecção nas empresas ainda é de 10 dias.
Relatório do Fórum Econômico Mundial revela que 1.920 unicórnios privados concentram valor que os mercados públicos não conseguem mais absorver
Uma onda de organizações que demitiu em nome da IA está refazendo o caminho, só que agora com custos 27% maiores, equipes que perderam a confiança na liderança e o conhecimento institucional que foi embora junto com os funcionários
Mais da metade dos CEOs ouvidos pelo BCG diz que seus conselhos confundem narrativa midiática com realidade operacional da IA; 60% acreditam que estão sendo pressionados a agir rápido demais
A empresa, que investe em educação de colaboradores e clientes sobre IA, se apoia em uma cultura construída ao longo de cinco décadas para se tornar diferencial num mercado em consolidação.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
