s
Crédito: Pexels/Pixabay
SEGURANÇA

O alto preço da insegurança digital

O custo médio anual de gastos das empresas cresceu devido a ataques de malware e ransomware, mas as maiores perdas estão mesmo em uma combinação de dados

A Raconteur mapeou os danos médios causados por ataques cibernéticos no nível organizacional, classificados por tipo de ataque, setor e país, a partir e um estudo recente da Accenture – “Custo do Cibercrime”- que detalha como as ameaças cibernéticas estão evoluindo em um cenário digital acelerado.

De modo geral, o custo médio anual para organizações tem aumentado em larga escala para ar conta de todos os tipos de ciberataques. Por exemplo: um único ataque de malware em 2018 custou mais de US$ 2,6 milhões, enquanto os custos de ransomware subiram de US$ 533 mil para US$ 646 mil entre 2017 e 2018, o que representa um aumento de 21%.
O que ocasionou as maiores perdas, entretanto, é a junção da perda de informação e da interrupção dos negócios, como se pode ver nos números a seguir;
Malware
Maior consequência: perda de informação
Custo médio: US$ 1,4 milhão (54% das perdas totais)
Ataques do tipo web-based
Maior consequência: perda de informação
Custo médio: US$ 1,4 milhão (61% das perdas totais)
Denial-of-Service (DOS)
Maior consequência: interrupção do negócio
Custo médio: US$ 1,1 milhão (65% das perdas totais)

custo real do cibercrime

 

CADASTRE-SE GRÁTIS PARA ACESSAR 5 CONTEÚDOS MENSAIS

Já recebe a newsletter? Ative seu acesso

Ao cadastrar-se você declara que está de acordo
com nossos Termos de Uso e Privacidade.

Cadastrar
Quando o invasor usa crachá da empresa

Entrevista

Quando o invasor usa crachá da empresa

Ciberataques com uso de credenciais legítimas expõem os limites da tecnologia e trazem comportamento, vulnerabilidade humana e cultura organizacional para o centro da estratégia de risco

Quanto mais digital o dinheiro, mais humana é a cibersegurança

Entrevista

Quanto mais digital o dinheiro, mais humana é a cibersegurança

Para Valdir Assef Jr., gerente de Segurança Cibernética da Febraban, "o fator humano define a força do sistema". Em 2026, governança, colaboração e pessoas serão estratégicos.

A cibersegurança em clima de tempestade perfeita

Entrevista

A cibersegurança em clima de tempestade perfeita

A partir de 2026, empresas e países vão precisar mudar seu modelo mental sobre gestão de riscos e cibersegurança, alerta Fabio Maia, pesquisador-chefe do Centro Integrado de Segurança em Sistemas Avançados (CISSA), do CESAR

Se 2025 foi o ano do caos, 2026 será o ano do teste definitivo da governança

Segurança

Se 2025 foi o ano do caos, 2026 será o ano do teste definitivo da gov...

O ano em que ataques hackers, fraudes bilionárias, falhas de governança, bebidas adulteradas e deepfakes expuseram os limites das estruturas de segurança no Brasil e no mundo

Por Fernando Fleider
Big Ideas 2026: por que a governança vira produto no próximo ciclo da tecnologia

Segurança

Big Ideas 2026: por que a governança vira produto no próximo ciclo d...

O novo relatório da Andreessen Horowitz mostra por que dados, identidade, segurança e infraestrutura deixam de ser “bastidores” e passam a definir quem escala — e quem fica para trás

Um em cada seis ataques usa IA; phishing gerado por IA domina violações

Inteligência Artificial

Um em cada seis ataques usa IA; phishing gerado por IA domina violaç�...

Deepfakes e phishing por IA estão entre os principais vetores. Violação com IA encurta tempo e amplia escala de ataque