Se há uma coisa que a economia comportamental nos mostrou nos últimos anos é que em um cenário marcado pelo divisionismo, nem sempre as reações estão no campo do bom senso e racional – e que as interações entre pessoas, marcas e iniciativas se tornaram muito mais pessoais, desde a chegada da pandemia. Passamos por um reset social.
Comprar uma série de coisas das quais não precisamos durante a Black Friday somente para aproveitar uma oferta, é uma coisa. Esperar muito mais das marcas com as quais interagimos, cobrando que tenham uma atuação ativa na sociedade, muito além de suas atribuições comerciais, é outra.
“Antes, estávamos confortavelmente entorpecidos, comprando mais barato, maior e melhor; agora, a pandemia gerou sofrimento e trauma, e a introspecção que ela gerou expôs nossa fragilidade. A pandemia nos mudou e agora buscamos mais no comércio. Esperamos realização, não apenas consumo. Esperamos que as marcas que patrocinamos não sejam apenas fabricantes e varejistas, mas contribuintes ativos e úteis para a nossa sociedade”, escreve Dipanjan Chatterjee, vice-presidente e analista principal da Forrester Research, onde lidera a prática de pesquisa de estratégia de marca, em um artigo para a MIT Sloan Management Review. “Nessa transição está uma das redefinições mais significativas para a marca moderna. Essa nova reconfiguração social é um território desconhecido para a maioria das empresas, que agora precisam lidar com as expectativas de novos clientes e funcionários”.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Frameworks de Gartner, BCG, Deloitte e INSEAD mostram como destravar o alinhamento entre conselho e liderança executiva na hora de definir prioridades, riscos e velocidade de adoção da IA
Pesquisa da JLL com mais de 2.200 executivos em 21 países revela que a lacuna de competências ultrapassou as restrições de orçamento como principal barreira à transformação por IA
Um estudo da McKinsey aponta como construir "capacidade cerebral" dentro da empresa e gerar valor
Estudos de Harvard e Stanford mostram que a IA só melhora o desempenho de um time quando contexto, papéis e cultura são redesenhados junto com a tecnologia e não depois dela
Pesquisa global com 536 profissionais e 57 líderes de segurança revela adoção recorde de IA, mais falhas reportadas em detecção de ameaças e uma lacuna crescente entre governança declarada e governança praticada
Estudo da Akamai mostra que 47% dos brasileiros já compraram durante uma oferta-relâmpago sem verificar se o site era seguro
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
