Se há uma coisa que a economia comportamental nos mostrou nos últimos anos é que em um cenário marcado pelo divisionismo, nem sempre as reações estão no campo do bom senso e racional – e que as interações entre pessoas, marcas e iniciativas se tornaram muito mais pessoais, desde a chegada da pandemia. Passamos por um reset social.
Comprar uma série de coisas das quais não precisamos durante a Black Friday somente para aproveitar uma oferta, é uma coisa. Esperar muito mais das marcas com as quais interagimos, cobrando que tenham uma atuação ativa na sociedade, muito além de suas atribuições comerciais, é outra.
“Antes, estávamos confortavelmente entorpecidos, comprando mais barato, maior e melhor; agora, a pandemia gerou sofrimento e trauma, e a introspecção que ela gerou expôs nossa fragilidade. A pandemia nos mudou e agora buscamos mais no comércio. Esperamos realização, não apenas consumo. Esperamos que as marcas que patrocinamos não sejam apenas fabricantes e varejistas, mas contribuintes ativos e úteis para a nossa sociedade”, escreve Dipanjan Chatterjee, vice-presidente e analista principal da Forrester Research, onde lidera a prática de pesquisa de estratégia de marca, em um artigo para a MIT Sloan Management Review. “Nessa transição está uma das redefinições mais significativas para a marca moderna. Essa nova reconfiguração social é um território desconhecido para a maioria das empresas, que agora precisam lidar com as expectativas de novos clientes e funcionários”.
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