Desde a Revolução Industrial, o papel da alta liderança atravessa transformações profundas, impulsionadas por mudanças econômicas, sociais, culturais e tecnológicas.
Já vivemos dias de organogramas engessados, nos quais o microgerenciamento de pessoas e processos imperava. Estávamos na “Era do Comando e Controle”, uma dinâmica que se provou falida e incompatível com a evolução dos mercados.
Na busca por eficiência e produtividade a qualquer custo, grande parte dos líderes eram centralizadores, autoritários, pouco abertos ao diálogo, quase nada inovadores e com baixa tolerância ao erro. Eles detinham a chave do conhecimento, tornando-se verdadeiros oráculos do saber corporativo. Iniciavam e encerravam o expediente ditando regras, assegurando a precisão das atividades de forma mecânica e rígida.
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