Nos próximos cinco a dez anos, a Neurotecnologia pode se tornar um companheiro na vida de milhões de pessoas, uma boa parte delas crianças. O uso de técnicas e dispositivos para monitorar e modular as funções do cérebro e do sistema nervoso é apontado como a “nova fronteira” das Ciências da Vida. Mas também é objeto de discussões sobre os limites da exploração do cérebro para fins comerciais.
A Neuralink recebeu esta semana o sinal verde para testar o implante cerebral no controle de um braço mecânico. O estudo da empresa seria aplicado na recuperação de movimentos e autonomia. Mas neste momento, o que importa é saber se a interface cérebro-computador implantada em um humano seria capaz de movimentar um braço robótico.
A empresa, que levantou um total de US$ 680 milhões em cinco rodadas, faz parte de um enorme mercado que reúne centenas de startups. Entre 2014 e 2021, os investimentos globais externos no setor por parte de fundos, empresas e governos cresceram de US$ 1,1 bilhão para US$ 7,1 bilhões e devem chegar a US$ 38 bilhões até 2032. Olhando para o cenário de investimento da Dealroom, já são mais de US$ 8,5 bilhões em investimentos em segmentos como NeuroFeedback, NeuroMonitoring, NeuroModulation, Cognitive Enhancement, além da Brain-Computer Interface (BCI).
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Enquanto IA, quântica e biotecnologia avançam, Stanford alerta para a erosão da ciência básica e do capital humano
Estudos do GPTW, da Gartner e da Harvard Business Review indicam que exigir performance sem recalibrar suporte, cultura e capacitação cobra um preço alto
Dados globais indicam que apenas 2 a 3 horas do dia são realmente produtivas, enquanto o “trabalho sobre trabalho” e a fragmentação da agenda corroem a eficiência
WIPO analisa 2.508 capacidades e mostra por que conectar ciência, tecnologia e mercado virou vantagem competitiva
Ao reduzir a porta de entrada hoje, empresas arriscam perder talentos, cultura e liderança no médio prazo
Dados da DDI revelam que o maior gargalo das transformações não está no plano, mas na forma como líderes engajam, escutam e reforçam comportamentos
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
