Crédito, um dos recursos mais procurados nesse momento de pandemia e crise econômica, é o que move a Weel, uma startup "mezzo brasileira, mezzo israelense" que, em menos de 4 anos, tornou-se uma estrela brilhante no mapa de fintechs locais, entrando para o clube dos "soonicorns" (startups que devem atingir valor de mercado de US$ 1 bi), ao movimentar crédito de R$ 800 milhões para pequenas e médias empresas, deixadas em segundo plano pelos bancos tradicionais, exibindo uma taxa de inadimplência de apenas 1%.
"A semente da Weel é a inteligência de dados. A gente se considera uma empresa de inteligência de dados que monetiza essa inteligência a partir do crédito para PMEs, porque entendemos que é o mercado mais ineficiente e que tem a maior oportunidade, o mais difícil de fazer negócio", diz Nathan Yoles, VP de Growth da Weel, o disruptor da semana na The Shift.
Em fevereiro, a Weel recebeu um aporte de R$ 80 milhões (em equity) do BV (Banco Votorantim), e acesso a uma linha de crédito de até R$ 800 milhões para continuar crescendo em um mercado que tem um impacto importante na economia do país, sem precisar abrir uma agência sequer. "Sem precisar sair do escritório, a gente consegue dar crédito para clientes em Manaus ou no Rio Grande do Sul", diz Nathan. Confira a conversa.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Com escritório em São Paulo, empresa quer encurtar o ciclo de inovação com clientes brasileiros e expandir o uso de agentes de IA no marketing e nas vendas
Relatório do EBANX mostra que o avanço do e-commerce global está sendo puxado por consumidores de classe média em mercados emergentes , incluindo Brasil
Com automação, hiperpersonalização e atendimento proativo, a IA transforma o customer service em um motor de fidelização e crescimento para as empresas
Em entrevista, Federico Grosso, vice-presidente da ServiceNow para a América Latina, fala sobre os planos da companhia para a região e explica porque a governança é prioritária para cuidar de uma força de trabalho de agentes autônomo...
Com smartphones, redes sociais e até ferramentas de IA no cotidiano, crianças da Geração Alpha pesquisam produtos, negociam com os pais e já participam ativamente das decisões de compra da família
Apesar da escassez de exits e da instabilidade política, quase metade dos investidores planeja ampliar aportes. O foco agora está na digitalização de setores tradicionais da economia
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
