s
CARREIRA

Desistir também é importante

Em um mundo que defende o trabalho árduo e a perseverança como chaves do sucesso, abandonar algo é difícil. Mas a desistência informada é parte importante do jogo, explica Annie Duke

Em um mundo que defende o trabalho árduo e a perseverança como chaves para o sucesso, desistir é difícil. Especialmente quando se investiu tempo, energia e dinheiro em uma decisão. No entanto, para tomar decisões mais inteligentes, é necessário dominar a arte de desistir, argumenta Annie Duke, uma ex-jogadora profissional de pôquer que sabe muito sobre quando parar. Annie é consultora em tomada de decisão e cofundadora da Alliance for Decision Education, uma ONG cuja missão é melhorar a vida de jovens treinando suas habilidades para tomada de decisão.

Na última semana, Annie esteve na conferência anual do Norges Bank Investment Management (NBIM), em Oslo, onde defendeu a "desistência informada" como uma ferramenta para a tomada de melhores decisões. “Desistir é parte da capacidade de reagir a cenários em mudança, melhorando e calibrando nossas decisões para além do que é prático – ou mesmo possível – ao fazer uma escolha”, diz ela.

O caminho para o sucesso é, na verdade, pavimentado com muitas desistências, explica Annie em seu livro, “Quit: The Power of Knowing When to Walk Away”.  “Precisamos reconhecer que desistir é uma habilidade. E precisamos ficar bons nisso”, diz ela.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

Sua organização é movida a cérebros?

Tendências

Sua organização é movida a cérebros?

Um estudo da McKinsey aponta como construir "capacidade cerebral" dentro da empresa e gerar valor

Equipes com IA: o que a ciência da colaboração humana ensina antes de adicionar um agente

Tendências

Equipes com IA: o que a ciência da colaboração humana ensina antes...

Estudos de Harvard e Stanford mostram que a IA só melhora o desempenho de um time quando contexto, papéis e cultura são redesenhados junto com a tecnologia e não depois dela

O novo teste do CEO: o que os boards exigem na era da IA

Tendências

O novo teste do CEO: o que os boards exigem na era da IA

Os conselhos testam candidatos a CEO com simulações, exigem histórico de resultados com IA e priorizam habilidades como orquestração e humildade diante da transformação tecnológica

Da sala de aula ao boardroom: por que a IA avança mais rápido que a força de trabalho

Tendências

Da sala de aula ao boardroom: por que a IA avança mais rápido que a...

Três relatórios globais sobre educação, recrutamento e gestão corporativa chegam à mesma conclusão: empresas e universidades dominam a tecnologia, mas ainda não sabem preparar as pessoas para usá-la

Uri Levine:

Entrevista

Uri Levine: "O simples vence" e por que menos recursos constroem produ...

Cofundador do Waze e criador de dois unicórnios, Uri Levine lança no Brasil o livro "O Simples Vence" e prepara uma academia online para empreendedores

Dois futuros para o trabalho: como a IA está dividindo empregos, salários e carreiras

Internet das Coisas

Dois futuros para o trabalho: como a IA está dividindo empregos, sal�...

Estudos de 2026 da PwC, BCG e Work AI Institute mostram que a inteligência artificial não destrói empregos em massa — ela profissionaliza uns e simplifica outros, recompensa habilidades humanas e cobra um preço oculto de quem não red...