O ar em ambientes internos é até cinco vezes mais poluído do que o ar externo, você sabia? O motivo? A presença nociva de Compostos Orgânicos Voláteis (VOCs). Pensando em melhorar a qualidade do ar em residências e escritórios, Patrick Torbey e Lionel Mora lançaram a primeira biotech especializada na produção de plantas geneticamente modificadas que combatem esses poluentes, a Neoplants. A startup já levantou US$ 20 milhões em duas rodadas de financiamento, até o momento. E usou grande parte desses recursos na construção do que considera ser um dos maiores laboratórios privados de biologia sintética do mundo, onde está colocando em produção a primeira linha de plantas com instalações de crescimento nos Estados Unidos.
A empresa está sediada em Paris. Entretanto, a Califórnia será o mercado onde seu primeiro produto estará disponível. As matrizes da Neo P1 (uma jiboia geneticamente modificada) já foram enviadas para os EUA, onde serão cultivadas localmente, por uma equipe de parceiros. “Isso é um grande marco para nós”, revela Lionel Mora, cofundador da empresa.
O nome Neo P1 vem do fato dela ser uma planta ornamental da espécia Pothos e o primeiro produto da Neoplants. O nome também endereça o maior desafio da empresa: fazer com que os consumidores entendam que ao optarem por uma Neo P1 estarão comprando mais que uma planta comum. Estarão comprando um produto tecnológico. “Achamos que esse tipo de nome facilitaria a compreensão de que não se trata apenas de uma planta normal, mas de uma planta de bioengenharia”, explica.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Jason Corey, VP do Americas Office of Technology da Red Hat, explica por que o open source entrega mais segurança, como agentes de IA podem modernizar sistemas legados sem interromper serviços e o que coloca o Brasil na vanguarda
Com 2.000 pessoas em desenvolvimento de produto e a meta de ter 100% do time focado em IA até o fim do ano, ele fala sobre o que ainda não foi desmontado e o que mudou para sempre
Como Chief Legal Officer da Zendesk, Shana Simmons redesenhou o Jurídico para operar dentro das equipes de Produto desde a ideação e defende que o próximo nível de confiança em IA é a explicabilidade: saber não apenas o que a IA dec...
Craig Flower, recém-nomeado COO da Zendesk, explica como a empresa saiu de 20% para 65% de auto-resolução no próprio atendimento — e o que isso significa para qualquer empresa que queira usar IA de verdade
A empresa, que investe em educação de colaboradores e clientes sobre IA, se apoia em uma cultura construída ao longo de cinco décadas para se tornar diferencial num mercado em consolidação.
Com 28 anos de empresa e quase uma década como CHRO, Jenn Mann revela o que mantém a SAS privada, sólida e admirada num setor que muda a cada ciclo.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
