O que costuma derrubar projetos de IA, minando sua qualidade, são cinco questões básicas, velhas conhecidas das jornadas de transformação digital: definir o problema certo, controlar custos, organizar dados, garantir governança e evitar dependência de um único provedor.
A MATH Group, fundada em 2016 como uma empresa de marketing orientado por ciência de dados e hoje um ecossistema de IA, aprendeu isso na prática. Depois de anos operando internamente suas próprias soluções, decidiu transformar essa experiência em produto. Em julho de 2025, lançou a MATH AI Platform, criada para dar previsibilidade aos investimentos em inteligência artificial.
O objetivo da plataforma é dar previsibilidade para o investimento em IA, conta Marcel Ghiraldini, cofundador e Chief Growth Officer do grupo MATH. E com uma proposta pragmática: orquestrar modelos em múltiplos provedores de nuvem (multi-cloud), permitir a troca ágil entre diferentes algoritmos (multi-modelo), criar regras corporativas de segurança e conformidade (guardrails) já no nascimento de cada produto de IA, aplicar FinOps também desde a origem e habilitar agentes, integrando processos críticos. "Ou seja, ofercer a base necessária para transformar operações rapidamente, através da IA aplicada e integrada", diz Ghiraldini.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Apesar da escassez de exits e da instabilidade política, quase metade dos investidores planeja ampliar aportes. O foco agora está na digitalização de setores tradicionais da economia
Estudos mostram que agentes de IA podem automatizar crédito, compliance e análise financeira, mas o setor ainda enfrenta barreiras para escalar a tecnologia
Pesquisas recentes sugerem que a tecnologia pode reduzir os custos de coordenação dentro das organizações — permitindo que equipes maiores, diversas e conectadas trabalhem com mais eficiência.
O paradoxo da IA nas empresas: decisões mais rápidas, aprendizado mais lento.
Redes autônomas, nuvens de IA e novos modelos de receita movimentam o setor que já responde por 6,4% do PIB global.
Ciberataques com uso de credenciais legítimas expõem os limites da tecnologia e trazem comportamento, vulnerabilidade humana e cultura organizacional para o centro da estratégia de risco
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
