A empresa de private equity Alpine tem se destacado no mercado por uma característica peculiar: a aposta primordial no talento – especialmente o talento bruto e jovem de executivos recém-saídos da escola de administração. Seus fundadores acreditam que é mais fácil treinar recém-formados do que destreinar e depois treinar novamente um líder mais experiente. E dizem ter tido esse insight mais por necessidade do que por design. Quando a contratação de CEOs experientes por meio de empresas de busca de executivos começou a demorar demais, eles decidiram lançar o programa CEO-in-Training (CIT), focado não tanto em experiência, mas em atributos como iniciativa, atitude, carisma, determinação, motivação.
Atributos, portanto. Não tanto habilidades. Embora existam alguns cruzamentos, há uma diferença essencial entre eles, dizem os profissionais de RH.
Os atributos ajudam no desenvolvimento das habilidades, hard ou soft. Juntos, atributos, habilidades e conhecimentos formam o capital humano ou o potencial de uma pessoa para ser produtiva, pontua Anu Madgavkar, sócio do McKinsey Global Institute.
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