Estudo do Fórum Econômico Mundial mostra como a combinação entre avanço da IA e preparo da força de trabalho pode levar à prosperidade ou à frustração econômica
Empresas que usam o humano para guiar decisões sob incerteza constroem agentes mais confiáveis, governáveis e difíceis de copiar.
Estudo da Capgemini mostra por que preço já não basta, como a IA virou consultora de compras e por que transparência e emoção passaram a guiar a fidelidade do consumidor
Infraestrutura, processos e pessoas se tornam o verdadeiro teste de maturidade para escalar IA com impacto real nos negócios
Quando acesso deixa de ser o problema, mas a qualidade vira risco
Em 2025, tivemos pressa. Mas 2026 inaugura a temporada da responsabilidade digital para minimizar riscos
Relatório global da Capgemini mostra por que tecnologia não é mais o gargalo — e como a lentidão organizacional ameaça a competitividade.
A tecnologia amadureceu. Porém, organizações, processos e governança não acompanharam a velocidade da IA em escala.
A equação "IA + supervisão humana" redefine aprendizagem, reduz desigualdades e cria novo padrão de qualificação. A IA vira infraestrutura cognitiva, reconfigurando talento, ensino e competitividade.
Em 2026, o maior risco de IA pode ser o excesso de modelos e a ausência de integração. O contexto se perde. E o ROI também.
O desafio agora é manter neutralidade e valor estratégico em um ambiente que tende à manipulação invisível.
E visão computacional, gestão do conhecimento e governança são as verdadeiras alavancas competitivas, afirma Marcelo Noronha, CEO da Mr. Turing.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
