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ENTREVISTA

Vitamine-se quer mudar a relação das pessoas com o seu corpo

Startup aposta na personalização e na IA para ajudar os clientes a encontrarem os nutrientes que corpo precisa, de forma simples e acessível, diz o fundador e CEO Augusto Cruz Neto

O mundo das vitaminas e suplementos pode ser perturbador. São tantas variedades, dosagens, formas e combinações que pode parecer impossível saber como escolher as mais indicadas para suprir nossas necessidades. É por isso que uma nova safra de empresas está procurando revolucionar o mercado de vitaminas, que vale US$ 80 bilhões, oferecendo vitaminas personalizadas e mais convenientes. Um modelo de negócio que Augusto Cruz Neto estudou profundamente antes de fundar a Vitamine-se, em 2021.

Com uma trajetória de sucesso no mercado publicitário -  fundou a Airfluencers e também a Mood, agência adquirida pela TBWA em 2014 - Cruz Neto sempre prestou muita atenção no comportamento dos consumidores. Durante uma consultoria de marketing para a Cimed, percebeu que a personalização era uma tendência em alta no mercado farmacêutico. E já muito forte no e-commerce. Principalmente relacionada aos segmentos de beleza, estética e bem-estar, que inclui o consumo de vitaminas e suplementos alimentares.

“Conheci empresas norte-americanas muito bacanas e aí veio a vontade de fazer algo semelhante no Brasil”, diz. “Oferecer uma experiência simples, capaz de motivar as pessoas a fazer da ingestão das vitaminas um hábito tão benéfico quanto o da prática de exercícios físicos”.

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