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A falta de chips está provocando uma mudança tectônica no mercado Crédito: Pixabay
O SHIFT DA QUESTÃO

Vai continuar faltando chip. E agora?

A projeção é que a escassez de semicondutores melhore no segundo semestre deste ano, mas vai continuar até 2023

Por Cristina De Luca, Marina Hortélio, Silvia Bassi e Soraia Yoshida 15/01/2022

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E agora que existe uma corrida geral na linha “esse chip é meu e ninguém tasca”. Um relatório de novembro da Deloitte projeta que os consumidores terão de esperar de 10 a 20 semanas por chips até o final de 2022. Do lado dos fabricantes, a corrida é para ampliar a produção o quanto antes, com apostas altas na construção de mais unidades. E do lado das empresas que dependem de chips – o equivalente a praticamente o mercado todo, em todos os segmentos – garantir a entrega do produto para tirar das fábricas e entregar aos clientes carros, smartphones, assistentes virtuais, televisores, notebooks, consoles de videogame, geladeiras, robôs e tudo o mais que puder imaginar que depende de um chip para funcionar.

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